Bar do Marcelino
Rua Heitor Penteado, 1113, Joaquim Egídio - Parque Lausanne - Valinhos , SP
19 3298-690/ 9226-8319
Preço por pessoa:
$$ (De R$26 até R$50)
Site oficial:
bardomarcelino.com.br
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex.: 11h às 15h e 18h às 0h
Sab.: 11h às 0h
Dom.: 11h às 20h
Primeira opinião por:
Detalhes:
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Notas específicas:
Ambiente
(8)
Comida
(8)
Atendimento
(8)
Bebida
(8)
Custo-benefício
(8)
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Opiniões
(13)
Gostei! O Bar do Marcelino, vulgo do Caixote, é um lugar muito bonito, apesar de querer ser rústico, você vê que pequenos detalhes o tornam um lugar quase chique. Seja uma toalha, ou a disposição de talheres, ou quadros na parede e ainda assim é um boteco.
Apesar de termos ido em uma sexta-feira diluviosa somado à final de novela da rede plim-plim, o local ainda tinha bastante gente [olhando pra TV]. Marcamos entre os kekanteiros o nosso encontro extra-oficial e enchemos uma mesa, com direito a ouvir 'psiu, novela!' rs.
O cardápio é muito vasto, indo desde a botecagem das porções como a de torresmo (uma delícia) à pratos mais elaborados, como lombo ou frango grelhado com acompanhamentos. Im,aginei s
Já chegamos abrindo a fila dos pedidos, com um lanche chamado de Zanta (13,50R$ - provolone, gorgonzola, queijo skandia, presunto, tomate, alface) que estava delicioso. Depois partimos para três outros lanches - Egídio, Joaquim e Joaquim especial - que variavam entre 13,40 a 15,70R$ - valores de outubro/2012. Já falei lá para cima que pedimos uma porção de torresmo, bem sequinha, outra de batata frita e ainda iscas de frango com pão francês.
Nos bebes, cervejas, sucos, refrigerantes.... Tudo geladinho e bem gostoso.
A cereja do bolo ficou pela gentileza da casa, que mesmo não lotada, ainda colocou seus caixotes na calçada para que nós tirássemos fotos.
Apesar de termos ido em uma sexta-feira diluviosa somado à final de novela da rede plim-plim, o local ainda tinha bastante gente [olhando pra TV]. Marcamos entre os kekanteiros o nosso encontro extra-oficial e enchemos uma mesa, com direito a ouvir 'psiu, novela!' rs.
O cardápio é muito vasto, indo desde a botecagem das porções como a de torresmo (uma delícia) à pratos mais elaborados, como lombo ou frango grelhado com acompanhamentos. Im,aginei s
Já chegamos abrindo a fila dos pedidos, com um lanche chamado de Zanta (13,50R$ - provolone, gorgonzola, queijo skandia, presunto, tomate, alface) que estava delicioso. Depois partimos para três outros lanches - Egídio, Joaquim e Joaquim especial - que variavam entre 13,40 a 15,70R$ - valores de outubro/2012. Já falei lá para cima que pedimos uma porção de torresmo, bem sequinha, outra de batata frita e ainda iscas de frango com pão francês.
Nos bebes, cervejas, sucos, refrigerantes.... Tudo geladinho e bem gostoso.
A cereja do bolo ficou pela gentileza da casa, que mesmo não lotada, ainda colocou seus caixotes na calçada para que nós tirássemos fotos.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Cerveja, Drinques, Paquerar, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Quando eu passei na frente deste bar a primeira vez era um Domingo a tarde, me chamou a atenção que tinha um monte de gente sentado em caixotes, a espertona aqui (eu) pensei... creeedo que festa de república estranha... aí depois de meses depois descubro que estes caixotes nada mais é um jeitinho de sentar esperando na fila enquanto não se tem mesa dentro do bar!! Ahhh aí sim achei a idéia muito legal. Até fiquei sabendo que existe realmente o "Bar do Caixote" em BH, será uma filial? rs
Bom, depois disso foi marcado um encontro entre amigos, só que fomos em uma Sexta a noite... não estava lotado, e consequentemente, não sentamos no caixote!! Sério, era a primeira vez que queria ficar na fila de espera em um bar.. hehehe
Cerveja super gelada, garçon sempre atento! A comida demorava um pouco, mas vinha deliciosa, bem feita, saborosa! É um bar a moda antiga, típico dos bares de Joaquim Egídio. O banheiro é limpo, possui dois para as mulheres, onde é fechado com uma porta de madeira, combinando com o resto do bar.
A pena é que eles não aceitam vale refeição, só cartão de crédito ou dinheiro. Choramos tanto para os garçons que não sentamos nos caixotes que eles montaram pra gente sentar! Levamos vários caixotes ao lado de fora para tomar o restinho que havia nos copos... hehehe e tiramos fotos! Adorei a boa vontade dos garçons, eramos os últimos no bar, e mesmo assim fizeram questão de levar caixotes, esperarmos fazer a graça... isso que é atendimento!
Recomendo, e quero voltar no Domingo a tarde, para ficar na fila do bar!
Bom, depois disso foi marcado um encontro entre amigos, só que fomos em uma Sexta a noite... não estava lotado, e consequentemente, não sentamos no caixote!! Sério, era a primeira vez que queria ficar na fila de espera em um bar.. hehehe
Cerveja super gelada, garçon sempre atento! A comida demorava um pouco, mas vinha deliciosa, bem feita, saborosa! É um bar a moda antiga, típico dos bares de Joaquim Egídio. O banheiro é limpo, possui dois para as mulheres, onde é fechado com uma porta de madeira, combinando com o resto do bar.
A pena é que eles não aceitam vale refeição, só cartão de crédito ou dinheiro. Choramos tanto para os garçons que não sentamos nos caixotes que eles montaram pra gente sentar! Levamos vários caixotes ao lado de fora para tomar o restinho que havia nos copos... hehehe e tiramos fotos! Adorei a boa vontade dos garçons, eramos os últimos no bar, e mesmo assim fizeram questão de levar caixotes, esperarmos fazer a graça... isso que é atendimento!
Recomendo, e quero voltar no Domingo a tarde, para ficar na fila do bar!
Gostei
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23/10/2012
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Janice F. gostou
Janice Firmo:
Bah, a chuva me assustou e eu não fui.. Affffffffff
Mariana Chaves:
Perdeeeuuuuu sua chata!!!
Janice Firmo:
Poisé, que raivaaaaaaaaaaaaaaa.. Afffffffffffff
Instalado num antigo e preservado casarão na principal rua do Distrito de Joaquim Egídio, o Bar do Marcelino é um dos poucos lugares em que aguardar na fila é um prazer. Os caixotes de madeira distribuídos pela calçada, servem para os clientes se sentarem e até mesmo petiscarem enquanto uma mesa não vaga. Por isso é muito comum nos finais de semana, ver uma multidão sorridente sentada em caixotes jogando conversa fora, cena que dá um charme a mais ao local.Indicado para petiscos ou para uma refeições completas, não é por acaso que ganhou pela 4.a vez o prêmio de melhor restaurante de comida brasileira de Campinas, pois seu cardápio oferece comida caseira de excelente qualidade. Participou também, do Comida di Buteco 2010, onde concorreu com o delicioso Bolinho de Batata.
Dicas da Mi:
Tutu à Mineira (acompanha arroz, linguiça, ovo, costelinha, farofa, vinagrete e banana à milanesa)
Caldinho de Feijão
Bisteca (acompanha arroz, feijão, farofa, legumes na manteiga e vinagrete)
Lanche Soleira (Rosbife, gorgonzola, tomate, alface/rúcula)
Lanche Rústico (Mignon, gorgonzola, presunto com capa, azeitona preta, tomate, alface/rúcula)
Bolinho de Batata
Porção de Pimenta Dedo de Moça recheada com Carne Moída
A tradicional feijoada é servida às quartas, sábados, domingos e feriados, e começa a ser preparada bem cedinho.Para as noites mais frias, uma boa dica são os caldinhos da casa.
Deixo aqui meus PARABÉNS pelos 22 aninhos que a casa completou agora em 14 de outubro.
Dicas da Mi:
Tutu à Mineira (acompanha arroz, linguiça, ovo, costelinha, farofa, vinagrete e banana à milanesa)
Caldinho de Feijão
Bisteca (acompanha arroz, feijão, farofa, legumes na manteiga e vinagrete)
Lanche Soleira (Rosbife, gorgonzola, tomate, alface/rúcula)
Lanche Rústico (Mignon, gorgonzola, presunto com capa, azeitona preta, tomate, alface/rúcula)
Bolinho de Batata
Porção de Pimenta Dedo de Moça recheada com Carne Moída
A tradicional feijoada é servida às quartas, sábados, domingos e feriados, e começa a ser preparada bem cedinho.Para as noites mais frias, uma boa dica são os caldinhos da casa.
Deixo aqui meus PARABÉNS pelos 22 aninhos que a casa completou agora em 14 de outubro.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Comer muito, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Conheci o Bar do Marcelino, juntamente com uma galerinha animada e achei o lugar muito gostoso. A harmonia do lugar é ótima e faz parecer que estamos no interior (Campinas é interior???). Achei o atendimento bacana, eficiente e "amigável", também provei e aprovei os lanches servidos no prato, assim como o tira gosto Batata Frita. Já o torresminho deixou um pouco a desejar....
O Bar é espaçoso, organizado e limpo, na medida do possível.
Enfim, voltarei num dia de sol para tomar uma breja sentado no caixote.
O Bar é espaçoso, organizado e limpo, na medida do possível.
Enfim, voltarei num dia de sol para tomar uma breja sentado no caixote.
Dica: Lanches (pode escolher de olho fechado)
Bom para: Ir com amigos, Jantar, Happy hour, Famílias, Assistir Futebol
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Eu tenho um amigo “furão”. Sabe esses caras com quem você vive tentando marcar alguma coisa, mas na última hora sempre aparece alguma coisa que o impede de ir? É assim desde que ele se mudou de São Paulo. E não adianta nem tentar marcar na cidade dele, pois ele não poderá estar lá naquele dia. Pois é.
Mas uma coisa eu tenho que admitir: o cara tem bom gosto. E é por isso que, quando recebo suas indicações, acabo seguindo cega e despreocupadamente.
Foi assim que eu fui parar no Bar do Marcelino, em Joaquim Egídio, um distrito de Campinas que é, na verdade, um simpatissíssimo vilarejo, com suas ruas de paralelepípedo e repleto de trilhas e de ótimos bares e restaurantes.
O bar parece ser o ponto central da cidade, para onde tudo converge. Sua fama se espalha por toda a região e os motivos não são poucos.
Tradição não lhe falta. O delicioso casarão do século XIX já foi, em seus primórdios, um armazém de secos e molhados (como parece ser a origem dos melhores botecos mencionados neste blog). Depois, por 45 anos, foi o Bar do Sr. Rubens. Foi ainda o Bar do Said e o Bar do Múcio, até receber seus atuais nome e proprietário em outubro de 1988, há exatos 33 anos.
Jaime Marcelino Pissolato nasceu em cresceu em Sousas, a vila vizinha, e sempre freqüentou Joaquim Egidio, fosse na infância para jogar bola ou mais tarde passeando de moto ou freqüentando os três botecos então existentes por ali. Freqüentou tanto que um dia foi chamado pelo Múcio para “dar uma mãozinha” na cozinha e não saiu mais de lá, esticando até hoje o que chama de “a mãozinha mais longa que já deu em sua vida”.
Charme também não falta ao local. Ele começa na calçada, onde a casa espalha diversos caixotes de madeira onde os clientes se acomodam enquanto aguardam por suas mesas.
Ali só se servem bebidas e porções – como as deliciosas batatas, o crocante bolinho de mandioca com carne seca ou a exótica pimenta dedo-de-moça empanada recheada com carne moída – mas o clima costuma ficar tão agradável e divertido que muitos freqüentadores acabam dispensando a mesa e ficando por ali mesmo.
A história dos já famosos caixotes começou porque não era permitido colocar mesas do lado de fora do bar, mas caiu nas graças do público, que hoje não os troca por mesa alguma.
Mas é lá dentro que vem a melhor parte: a comida, bem caseira, bem brasileira. Você pode escolher entre uns 30 pratos diferentes, todos deliciosos e fartos, que servem umas 3 ou 4 pessoas, como o tutu à moda, que vem com costelinha de porco, banana à milanesa, farinha, ovos, lingüiça, vinagrete e farinha, ou o contrafilé acebolado com arroz, feijão, farinha e legumes na manteiga ou ainda uma bisteca, com esses mesmos acompanhamentos. A turma acompanha a onda com cervejas e caipirinhas, além de algumas doses de cachaça tirada do próprio barril.
Às quartas, sábados, domingos e feriados a estrela da casa é a feijoada. Ela começa a ser feita ainda de manhã para que a costelinha, a carne-seca e o paio possam ser aferventados três vezes antes de serem adicionados ao feijão temperado com alho, cebola, sal e bacon. É servida com arroz, lingüiça, couve, vinagrete e farinha e daria para 3 ou 4, não fosse tão boa e forçasse todos a testarem seus limites.
Depois disso, quem ainda consegue achar espaço para uma sobremesa, o bar/restaurante ainda dispõe daquelas sobremesas bem caseiras, com gosto de casa da avó da gente, como os deliciosos doces de abóbora com coco ou o figo em calda.
A sorte é que quando você consegue se levantar tem em volta uma cidade que convida ao passeio, à caminhada sem pressa, sem propósito, sem lembranças e sem nenhuma saudade da metrópole. Um vilarejo igualzinho ao da Marisa.
“Lá o tempo espera. Lá é primavera. Portas e janelas ficam sempre abertas pra sorte entrar. Em todas as mesas, pão. Flores enfeitando os caminhos, os vestidos, os destinos e essa canção. Tem um verdadeiro amor para quando você for”.
Mas uma coisa eu tenho que admitir: o cara tem bom gosto. E é por isso que, quando recebo suas indicações, acabo seguindo cega e despreocupadamente.
Foi assim que eu fui parar no Bar do Marcelino, em Joaquim Egídio, um distrito de Campinas que é, na verdade, um simpatissíssimo vilarejo, com suas ruas de paralelepípedo e repleto de trilhas e de ótimos bares e restaurantes.
O bar parece ser o ponto central da cidade, para onde tudo converge. Sua fama se espalha por toda a região e os motivos não são poucos.
Tradição não lhe falta. O delicioso casarão do século XIX já foi, em seus primórdios, um armazém de secos e molhados (como parece ser a origem dos melhores botecos mencionados neste blog). Depois, por 45 anos, foi o Bar do Sr. Rubens. Foi ainda o Bar do Said e o Bar do Múcio, até receber seus atuais nome e proprietário em outubro de 1988, há exatos 33 anos.
Jaime Marcelino Pissolato nasceu em cresceu em Sousas, a vila vizinha, e sempre freqüentou Joaquim Egidio, fosse na infância para jogar bola ou mais tarde passeando de moto ou freqüentando os três botecos então existentes por ali. Freqüentou tanto que um dia foi chamado pelo Múcio para “dar uma mãozinha” na cozinha e não saiu mais de lá, esticando até hoje o que chama de “a mãozinha mais longa que já deu em sua vida”.
Charme também não falta ao local. Ele começa na calçada, onde a casa espalha diversos caixotes de madeira onde os clientes se acomodam enquanto aguardam por suas mesas.
Ali só se servem bebidas e porções – como as deliciosas batatas, o crocante bolinho de mandioca com carne seca ou a exótica pimenta dedo-de-moça empanada recheada com carne moída – mas o clima costuma ficar tão agradável e divertido que muitos freqüentadores acabam dispensando a mesa e ficando por ali mesmo.
A história dos já famosos caixotes começou porque não era permitido colocar mesas do lado de fora do bar, mas caiu nas graças do público, que hoje não os troca por mesa alguma.
Mas é lá dentro que vem a melhor parte: a comida, bem caseira, bem brasileira. Você pode escolher entre uns 30 pratos diferentes, todos deliciosos e fartos, que servem umas 3 ou 4 pessoas, como o tutu à moda, que vem com costelinha de porco, banana à milanesa, farinha, ovos, lingüiça, vinagrete e farinha, ou o contrafilé acebolado com arroz, feijão, farinha e legumes na manteiga ou ainda uma bisteca, com esses mesmos acompanhamentos. A turma acompanha a onda com cervejas e caipirinhas, além de algumas doses de cachaça tirada do próprio barril.
Às quartas, sábados, domingos e feriados a estrela da casa é a feijoada. Ela começa a ser feita ainda de manhã para que a costelinha, a carne-seca e o paio possam ser aferventados três vezes antes de serem adicionados ao feijão temperado com alho, cebola, sal e bacon. É servida com arroz, lingüiça, couve, vinagrete e farinha e daria para 3 ou 4, não fosse tão boa e forçasse todos a testarem seus limites.
Depois disso, quem ainda consegue achar espaço para uma sobremesa, o bar/restaurante ainda dispõe daquelas sobremesas bem caseiras, com gosto de casa da avó da gente, como os deliciosos doces de abóbora com coco ou o figo em calda.
A sorte é que quando você consegue se levantar tem em volta uma cidade que convida ao passeio, à caminhada sem pressa, sem propósito, sem lembranças e sem nenhuma saudade da metrópole. Um vilarejo igualzinho ao da Marisa.
“Lá o tempo espera. Lá é primavera. Portas e janelas ficam sempre abertas pra sorte entrar. Em todas as mesas, pão. Flores enfeitando os caminhos, os vestidos, os destinos e essa canção. Tem um verdadeiro amor para quando você for”.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Jantar, Almoçar, Comer muito, Happy hour, Famílias, Gastar pouco
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Custo-benefício
Em uma sexta-feira a noite o glutão rumou para Joaquim Egídio junto com uma galera do Kekanto com a missão de avaliar um dos mais conhecidos bares de lá: O Bar do Caixote. Este é como o Bar do Marcelino é conhecido e só pelo nome você consegue imaginar que vem coisa boa por aí…
O Marcelino tem os caixotes como grande destaque e tem uma galera que desconhece o verdadeiro nome do bar. Esta fama vem da fila de espera (geralmente nas tardes do fim de semana), que para acomodar os futuros fregueses o bar oferece caixotes para as pessoas sentarem e aguardarem uma mesa livre. Isso transforma o bar em algo fantástico, mas dentro ele é algo normal e comum, muito parecido com o que vemos em outros tantos lugares… Um estilo boteco limpo, com quadros antigos e outras coisas antigas também na decoração. Mas o legal do bar mesmo é sentar no caixote né? hehehe… Nesta noite em questão não tinham caixotes, pois não tinha fila de espera e o bar estava vazio (bem vazio, para ser exato) e o atendimento foi quase VIP. Mesmo assim ele lento algumas vezes para pedir mais cerveja ou alguma gula, uma pena, mas às vezes, com o bar mais lotado, pode ser que isso mude né?
Como a galera era grande e composta por glutões de respeito, mandamos bem no quesito Gula. Pedimos lanches e, para o glutão que escreve, foi o destaque da visita. Muito saboroso e bem preparado, com um sabor realmente acentuado. Lógico que não paramos por aí e pedimos algumas porções para tentar acalmar essa fome de glutão que Deus nos deu… As porções estavam OK e nenhum destaque maior me faz lembrar elas. Os lanches são melhores, posso dizer ok?
Falar de Glutão é pensar nos goles né? Ainda mais em um grande encontro de amigos. Goles de Brahma gelada, no ponto certo para degustação viu? O único “problema” é que você precisa pedir uma nova rodada, visto que mesmo que você sinalize que acabou o garçom não irá trazer automaticamente, mas isso também não é um graaaaaaaaaande problema né?
Finalizando, o bar do Caixote passa uma ideia bacana e bem original com sua fila de espera e isso faz com que muitas pessoas queiram conhecer e provar do bar. É um bar comum, com goles e gulas normais para sua vida e que você vai encontrar em outros lugares do estilo… Mas, aí vai do gosto do glutão né? A visita é válida, ainda mais com Gole & Gula!
O Marcelino tem os caixotes como grande destaque e tem uma galera que desconhece o verdadeiro nome do bar. Esta fama vem da fila de espera (geralmente nas tardes do fim de semana), que para acomodar os futuros fregueses o bar oferece caixotes para as pessoas sentarem e aguardarem uma mesa livre. Isso transforma o bar em algo fantástico, mas dentro ele é algo normal e comum, muito parecido com o que vemos em outros tantos lugares… Um estilo boteco limpo, com quadros antigos e outras coisas antigas também na decoração. Mas o legal do bar mesmo é sentar no caixote né? hehehe… Nesta noite em questão não tinham caixotes, pois não tinha fila de espera e o bar estava vazio (bem vazio, para ser exato) e o atendimento foi quase VIP. Mesmo assim ele lento algumas vezes para pedir mais cerveja ou alguma gula, uma pena, mas às vezes, com o bar mais lotado, pode ser que isso mude né?
Como a galera era grande e composta por glutões de respeito, mandamos bem no quesito Gula. Pedimos lanches e, para o glutão que escreve, foi o destaque da visita. Muito saboroso e bem preparado, com um sabor realmente acentuado. Lógico que não paramos por aí e pedimos algumas porções para tentar acalmar essa fome de glutão que Deus nos deu… As porções estavam OK e nenhum destaque maior me faz lembrar elas. Os lanches são melhores, posso dizer ok?
Falar de Glutão é pensar nos goles né? Ainda mais em um grande encontro de amigos. Goles de Brahma gelada, no ponto certo para degustação viu? O único “problema” é que você precisa pedir uma nova rodada, visto que mesmo que você sinalize que acabou o garçom não irá trazer automaticamente, mas isso também não é um graaaaaaaaaande problema né?
Finalizando, o bar do Caixote passa uma ideia bacana e bem original com sua fila de espera e isso faz com que muitas pessoas queiram conhecer e provar do bar. É um bar comum, com goles e gulas normais para sua vida e que você vai encontrar em outros lugares do estilo… Mas, aí vai do gosto do glutão né? A visita é válida, ainda mais com Gole & Gula!
Bom para: Realizar eventos pessoais, Cerveja, Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Happy hour
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Ontem conheci o Bar do Marcelino ou "bar do caixote" e realmente é muito bom!!
Ambiente simples, com mesas de madeira, quadros com fotos preto e branco espalhados pela parede, portas de madeira, tudo com clima de botecos de cidades do interior...bem legal!!
A comida é muito boa, os lanches são bem saborosos, a "tradicional" porção de fritas é excelente e o bar possui um cardápio com muitas opções, sem contar claro que a cerveja estava bem geladaa!!
Eu particularmente gostei muito do atendimento, as comidas não demoravam pra chegar e todos os garçons foram simpáticos e atenciosos.
Esse bar é famoso por ter alguns caixotes na calçada, onde as pessoas podem sentar pra tomar uma cervejinha gelada enquanto aguardam sua mesa, ou mesmo nas tarde de sábado para se reunir com a galera...
Eu super recomendo! E assim que for possível eu quero voltar para beber cerveja no caixote :)
Ambiente simples, com mesas de madeira, quadros com fotos preto e branco espalhados pela parede, portas de madeira, tudo com clima de botecos de cidades do interior...bem legal!!
A comida é muito boa, os lanches são bem saborosos, a "tradicional" porção de fritas é excelente e o bar possui um cardápio com muitas opções, sem contar claro que a cerveja estava bem geladaa!!
Eu particularmente gostei muito do atendimento, as comidas não demoravam pra chegar e todos os garçons foram simpáticos e atenciosos.
Esse bar é famoso por ter alguns caixotes na calçada, onde as pessoas podem sentar pra tomar uma cervejinha gelada enquanto aguardam sua mesa, ou mesmo nas tarde de sábado para se reunir com a galera...
Eu super recomendo! E assim que for possível eu quero voltar para beber cerveja no caixote :)
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Bar do Marcelino, também conhecido como bar do caixote, é um barzinho ali na rua principal de Joaquim Egídio. O apelido vem por causa dos caixotes que ficam na calçada, servindo de mesa e bancos para quem prefere ficar em frente ao bar, dando ao ambiente um tom bem descontraído.
O bar é bem pequeno. Dentro tem algumas mesas e um carinha cantando sozinho num palco improvisado. Tudo bem descontraído mesmo. bastante criança no bar, família, casais... mas também uma moçada, que ficam mais na calçada.
Preço bem bacana pensando em barzinho, um pouquinho mais alto que boteco. R$12,00 uma caipirinha de vodka. Algumas poucas porções, básicas, mas o bar oferece alguns pratos também, mas com preço um pouco salgado. Atendimento bacana, rápido.
Bar bem bacana para ir no final de semana num finalzinho de tarde.
O bar é bem pequeno. Dentro tem algumas mesas e um carinha cantando sozinho num palco improvisado. Tudo bem descontraído mesmo. bastante criança no bar, família, casais... mas também uma moçada, que ficam mais na calçada.
Preço bem bacana pensando em barzinho, um pouquinho mais alto que boteco. R$12,00 uma caipirinha de vodka. Algumas poucas porções, básicas, mas o bar oferece alguns pratos também, mas com preço um pouco salgado. Atendimento bacana, rápido.
Bar bem bacana para ir no final de semana num finalzinho de tarde.
Bar do caixote e uma casa antiga, com varios quadros na parede que foi feito como um bar onde tem varios caixotes de madeira na calçada de frente pra rua onde quem passa por la e quer sentar la fora e tomar umas cevas ou se preferir pode entrar e sentar nas mesas, passei por la com amigos e preferir sentar nas mesas, nao achei legal aquele povo jogado pelo chao hehe, la o atendimento e como qualquer outro serviço em bar, tem garsons, tem varios tipos de porções, lanches, pasteis etc, nao vale a pena pedir uma porção meia porque o preço a quase o da inteira, acho que isso ja eh estrategia deles kkk.
Dica: Não peça meia porção!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Gastar pouco
Foi muito bom conhecer o Bar do Marcelino (comumente chamado de bar do caixote) com a galera. Apesar de ter sido numa sexta-feira, o bar não estava cheio... acredito que o motivo foi o final da novela. O Bar tem um bom atendimento, excelentes lanches e a cerveja estava dentro dos padrões aceitáveis . O preço dos lanches está acima da média mas vale a pena conhecer este lugar. Tive a sensação de estar em uma cidade do interior de minas...
Bom para: Ir com amigos, Casais, Cerveja, Famílias, Realizar eventos pessoais, Ponto turístico
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20/10/2012
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Vânia M.G.:
Sabe que eu tb me lembrei das cidades históricas de Mg? Muito bom, né?? =D
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Total de opiniões: 13
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