Av. Augusto de Lima - Mercado Central - lojas 62 e 64 - Belo Horizonte , MG
(31) 3785-7444
Ranking: #130 de 619 em
Bares e Botecos -
Belo Horizonte
Preço por pessoa:
$$ (De R$26 até R$50)
Categoria:
Bares e Botecos
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Primeira opinião por:
Jacqueline Resende
Jacqueline Resende
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Notas específicas:
Ambiente
(8)
Comida
(8)
Público
(8)
Atendimento
(8)
Bebida
(8)
Custo-benefício
(7)
Classificar por:
Opiniões
(8)
O Bar do Mercado Central é talvez o mais Tradiconal dos Bares dali do mercado.
Não tem aquele charme e aquela tradição que se popuarizou tanto por aqui, como o das bares de corredor onde a gente só pode mesmo é beber em pé.
Mas o bar do Mercado do Central tem estrada e qualidade.
Seguindo pelo circuito gastronômico do mercado central entre 12 de janeiro e 12 de fevereiro de 2012, foi um lugar onde comi das mais espetaculares refeições que já comi ali no mercado.
(e olha que eu amo praticamente tudo que tem lá).
O Prato que Representou O Bar do Mercado Central no Circuito foi o Baby Beef à moda BMC, que descrevendo melhor são cubos de bay beef maturados, grelhados, ao molho de tres queijos. Acompanham pimentões vermelhos e amarelos em cubos grelhados, batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho.
Fantástico. O prato exige uns pãezinhos para você apraveitar o máximo do molho (pelo menos uns três pães), e também suspira por uma cerveja, apesar que das duas vezes em que estive lá fiquei na coca-cola mesmo.
O atendimento é muito bom, mas tem um sr lá que me pareceu ser o Dono, e se for ele na cozinha não perca a oportunidade, já se for a cozinheira (coma do mesmo jeito), mas dê um certo desconto que me pareceu que não é toda vez que ela acerta a mão.
Não tem aquele charme e aquela tradição que se popuarizou tanto por aqui, como o das bares de corredor onde a gente só pode mesmo é beber em pé.
Mas o bar do Mercado do Central tem estrada e qualidade.
Seguindo pelo circuito gastronômico do mercado central entre 12 de janeiro e 12 de fevereiro de 2012, foi um lugar onde comi das mais espetaculares refeições que já comi ali no mercado.
(e olha que eu amo praticamente tudo que tem lá).
O Prato que Representou O Bar do Mercado Central no Circuito foi o Baby Beef à moda BMC, que descrevendo melhor são cubos de bay beef maturados, grelhados, ao molho de tres queijos. Acompanham pimentões vermelhos e amarelos em cubos grelhados, batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho.
Fantástico. O prato exige uns pãezinhos para você apraveitar o máximo do molho (pelo menos uns três pães), e também suspira por uma cerveja, apesar que das duas vezes em que estive lá fiquei na coca-cola mesmo.
O atendimento é muito bom, mas tem um sr lá que me pareceu ser o Dono, e se for ele na cozinha não perca a oportunidade, já se for a cozinheira (coma do mesmo jeito), mas dê um certo desconto que me pareceu que não é toda vez que ela acerta a mão.
Dica: Como quase todo lugar para beber cerveja no mercado, se você tiver a opção de ir durante a semana, prefira
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
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08/02/2012
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Pedrão C., Clau V., Edmundo F. e mais 1 pessoa gostaram
Clau VB:
O Baby Beef foi um dos melhores do circuito, amei!
Quase "fechando" o circuito de bares participantes do Festival Sabores do Mercado, chegou a vez do Bar Mercado Central, ou simplesmente BMC, que tem um tira-gosto que só da descrição, já dá água na boca! Por R$ 29,50, é servido o "Baby Beef à Moda BMC", com cubos de baby beef maturados, grelhados ao molho de três queijos, com pimentões vermelhos e amarelos em cubos gratinados, batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho. E aí? Aguça o paladar ou não?
Chegando no Bar, já fui logo pedindo a porção, na qual acompanhei o preparo. Primeiro é montado o prato com as batatas (que também passam na chapa) e pimentões nas bordas, depois enchem o prato com o molho de três queijos. Após passar o baby beef na chapa, o tranferem para o prato e mais uma concha de molho é jogada por cima, além de cebolinhas e croutons feitos com queijo coalho.
A porção espalha um cheiro impressionante, e a expectativa aumenta ainda mais: estaria eu prestes a experimentar o melhor prato do Festival?
Porção na mesa, fato e prato consumado! Sem dúvida, até o momento, é o melhor petisco do Festival! A carne muito macia e bem temperada, se mistura com o delicioso molho três queijos e mais os pimentões e as batatas e o queijo coalho, que estava bem macio e pouco derretido com o calor da carne. Que conjunto espetacular!
Porção esta, que poderia ser tranquilamente a estrela de qualquer um dos mais finos bares de BH. Vale cada centavo do preço por ser tão bem servida e saborosa! Serve com tranquilidade duas a três pessoas, mas pelo sabor, comeria sozinho!
Há que se destacar o bom atendimento do rapaz de tráz do balcão, que atendia, fazia o tira-gosto, abria a cerveja para os clientes e ainda batia papo animadamente com todos! A garçonete passou despercebida, pois parece que estava meio confusa dentre os vários clientes no estabelecimento
Chegando no Bar, já fui logo pedindo a porção, na qual acompanhei o preparo. Primeiro é montado o prato com as batatas (que também passam na chapa) e pimentões nas bordas, depois enchem o prato com o molho de três queijos. Após passar o baby beef na chapa, o tranferem para o prato e mais uma concha de molho é jogada por cima, além de cebolinhas e croutons feitos com queijo coalho.
A porção espalha um cheiro impressionante, e a expectativa aumenta ainda mais: estaria eu prestes a experimentar o melhor prato do Festival?
Porção na mesa, fato e prato consumado! Sem dúvida, até o momento, é o melhor petisco do Festival! A carne muito macia e bem temperada, se mistura com o delicioso molho três queijos e mais os pimentões e as batatas e o queijo coalho, que estava bem macio e pouco derretido com o calor da carne. Que conjunto espetacular!
Porção esta, que poderia ser tranquilamente a estrela de qualquer um dos mais finos bares de BH. Vale cada centavo do preço por ser tão bem servida e saborosa! Serve com tranquilidade duas a três pessoas, mas pelo sabor, comeria sozinho!
Há que se destacar o bom atendimento do rapaz de tráz do balcão, que atendia, fazia o tira-gosto, abria a cerveja para os clientes e ainda batia papo animadamente com todos! A garçonete passou despercebida, pois parece que estava meio confusa dentre os vários clientes no estabelecimento
Dica: Chegue cedo!
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco
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30/01/2012
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LeoK:
Hummm.... é mesmo Laura! Tinha me esquecido deste detalhe! Show de bola!
Jacqueline Resende:
Sim, o paõzinho é essencial para finalizar o prato!
LeoK:
E é melhor pedir 2, porque um só não dá!
Bar do Mercado Central
O BMC eh de facil localizacao no caos do Mercado Central , possui algumas mesas internas e o indispensavel balcao onde as pessoas se acumulam pra compartilhar aquela cerveja gelada, um pastel frito na hora , o famoso PF do almoco ou o delicioso prato do Circuito Gastronomico . O prato oferecido no Circuito eh de cubos de Baby beef maturados , grelhados e ao molho de tres queijos. Acompanha pimentoes vermelhos e amarelos em cubos grelhados , batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho. Um paozinho tb eh uma boa pedida pra aproveitar o restinho do molho no prato !Serve 3 pessoas e custa R$ 29,50 e apesar de ser um dos pratos mais caros do Circuito eh tb o mais saboroso.
O atendimento foi otimo e o atendente teve a preocupacao de trazer mais pao pois estavamos com um grupo maior e com isso ganhou pontos com a galera.
Este prato ganhou o meu voto. Experimente.
O BMC eh de facil localizacao no caos do Mercado Central , possui algumas mesas internas e o indispensavel balcao onde as pessoas se acumulam pra compartilhar aquela cerveja gelada, um pastel frito na hora , o famoso PF do almoco ou o delicioso prato do Circuito Gastronomico . O prato oferecido no Circuito eh de cubos de Baby beef maturados , grelhados e ao molho de tres queijos. Acompanha pimentoes vermelhos e amarelos em cubos grelhados , batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho. Um paozinho tb eh uma boa pedida pra aproveitar o restinho do molho no prato !Serve 3 pessoas e custa R$ 29,50 e apesar de ser um dos pratos mais caros do Circuito eh tb o mais saboroso.
O atendimento foi otimo e o atendente teve a preocupacao de trazer mais pao pois estavamos com um grupo maior e com isso ganhou pontos com a galera.
Este prato ganhou o meu voto. Experimente.
Dica: Experimente o prato do Circuito Gastronomico.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Cerveja, Gastar pouco
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31/01/2012
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rafael assad luz:
No carnaval vou p BH e com certeza vou ao Mercado Central, e este bar/restaurante já figura na minha lista, ótima dica d comida boa e barata
Laura Oliveira Brice:
Que pena que nao estarei aqui , adoraria te ciceronar pela cidade/ Nao deixe de passar no Reduto da Cerveja para uma cerveja artesanal boa e barata (Backer) e no Mercado Central .
Daniel Villas Boas:
Quero experimentar!!!
Clau VB:
Bom demais gente, esse foi um dos melhores na minha opinião!
O Bar do Mercado Central é mais um participante do Circuito Gastronômico do Mercado Central. E foi em função do Circuito que eu o conheci.
Fui para apreciar o prato "Baby Beef à Moda BMC" que é o participante do Circuito. A porção é composta de cubos de baby beef maturados, grelhados, ao molho de três queijos. Acompanham pimentões vermelhos e amarelos em cubos grelhados, batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho. Ainda vem acompanhado de um pão francês (mas é bom pedir mais um). Vale também pegar uma colher para pegar o molho de queijo que sobra no final e colocar no pão. Fica uma delícia. Só de digitar isso aqui já fiquei com água na boca...
O prato custa R$ 29,50 e serve três pessoas. E o melhor, cumpre o que promete. É realmente maravilhoso. Acho que esse prato é um forte candidato a campeão do Circuito (se houver). Dos que experimentei até agora, é um dos melhores.
Fomos muito bem atendidos pelo garçom e por um senhor que parecia ser o proprietário e foi quem preparou o prato.
Ao final, cada um, em média pagou R$ 15,00 (estávamos em 3).
Comida gostosa, bom atendimento e preço excelente. Vale a pena conferir!
Fui para apreciar o prato "Baby Beef à Moda BMC" que é o participante do Circuito. A porção é composta de cubos de baby beef maturados, grelhados, ao molho de três queijos. Acompanham pimentões vermelhos e amarelos em cubos grelhados, batata bolina e molho de queijo com croutons de queijo coalho. Ainda vem acompanhado de um pão francês (mas é bom pedir mais um). Vale também pegar uma colher para pegar o molho de queijo que sobra no final e colocar no pão. Fica uma delícia. Só de digitar isso aqui já fiquei com água na boca...
O prato custa R$ 29,50 e serve três pessoas. E o melhor, cumpre o que promete. É realmente maravilhoso. Acho que esse prato é um forte candidato a campeão do Circuito (se houver). Dos que experimentei até agora, é um dos melhores.
Fomos muito bem atendidos pelo garçom e por um senhor que parecia ser o proprietário e foi quem preparou o prato.
Ao final, cada um, em média pagou R$ 15,00 (estávamos em 3).
Comida gostosa, bom atendimento e preço excelente. Vale a pena conferir!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Cerveja, Gastar pouco
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Comida
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Bebida
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23/01/2012
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Clau VB:
Nossa, que delícia!! Sexta feira estarei lá para experimentar!
Jacqueline Resende:
Vai sim, você vai adorar! Se der, eu apareço lá também! Esse prato vale a pena repetir!
LeoK:
Este ainda falta para fechar o circuito! Tenho que comparecer né? rs
Era um sábado em meio ao primeiro Fim de Semana de Olimpíadas, quando ao circularmos pelo Mercado Central, lá pelas onze da matina, observamos que no bar homônimo as pessoas estavam completamente vidradas nos seus televisores. Momentos depois, já na segunda cerveja, a confirmação: primeira medalha de ouro do judô feminino. Logo notamos que a clientela do Bar Mercado Central, onde predomina a meia idade, tem experiência e, por que não dizer, faro apurado.
Em meio ao aperto comum a todos os bares por ali, que se pontecializa em um sábado de manhã, bebericamos as duas primeiras garrafas de Original (R$ 6,50) geladíssimas, as quais seriam sucedidas por uma terceira em temperatura inadequada. Estávamos muito exigentes ou a magia da cerveja do BMC havia se esvairado junto com a proibição das “garrafas avuadoras” de outrora? Elucubrações à parte, migramos para a Brahma, que nos acompanhou até o fim da estada, mesmo que também não estivesse lá essas coisas.
Na hora de beliscar, o tradicional e certeiro fígado com jiló acebolado (R$ 17,00), é claro. Mas não sem antes relembrar de outra grande especialidade daquele boteco, qual seja o pastel de bacalhau (R$ 3,20 a unidade). O quitute, que acompanhado da boa pimenta servida na casa fica ainda melhor, mostrou porque continua fazendo a fama do bar.
Ao final, tivemos de nos dirigir ao caixa para acertarmos a conta, e aí o segundo desapontamento depois das cervejas apenas frias: por ali se cobra a taxa de serviço, que no meu entendimento é inapropriada tanto em função do diminuto espaço do boteco, quanto por ser uma prática não adotada pelos demais bares do nosso mercado maior. Nada que pedir o pastel de bacalhau para viagem não resolva, enfim.
Em meio ao aperto comum a todos os bares por ali, que se pontecializa em um sábado de manhã, bebericamos as duas primeiras garrafas de Original (R$ 6,50) geladíssimas, as quais seriam sucedidas por uma terceira em temperatura inadequada. Estávamos muito exigentes ou a magia da cerveja do BMC havia se esvairado junto com a proibição das “garrafas avuadoras” de outrora? Elucubrações à parte, migramos para a Brahma, que nos acompanhou até o fim da estada, mesmo que também não estivesse lá essas coisas.
Na hora de beliscar, o tradicional e certeiro fígado com jiló acebolado (R$ 17,00), é claro. Mas não sem antes relembrar de outra grande especialidade daquele boteco, qual seja o pastel de bacalhau (R$ 3,20 a unidade). O quitute, que acompanhado da boa pimenta servida na casa fica ainda melhor, mostrou porque continua fazendo a fama do bar.
Ao final, tivemos de nos dirigir ao caixa para acertarmos a conta, e aí o segundo desapontamento depois das cervejas apenas frias: por ali se cobra a taxa de serviço, que no meu entendimento é inapropriada tanto em função do diminuto espaço do boteco, quanto por ser uma prática não adotada pelos demais bares do nosso mercado maior. Nada que pedir o pastel de bacalhau para viagem não resolva, enfim.
Dica: Fígado com jiló
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Quem leva o nome do lugar sabe que tem que representar condignamente esse lugar e o Bar Mercado Central, que funciona no coração desse mercado, faz isso. Antes funcionava em apenas uma porta com os garçons enviando as garrafas de cerveja pelos ares para os fregueses. Agora dobrou o espaço e as garrafas são entregues aos fregueses normalmente, pois o Corpo de Bombeiros proibiu tal prática.
Todos os fregueses ficam de pé, encostados no balcão ou compartilham (pensei em criar o neologismo “coportilham” mas a barra ficava muito forçada) as mesas internas altas enquanto bebem, conversam ou assistem televisão. Os que chegaram primeiro bebem água limpa, ou seja, ficam na região mais nobre, à frente das portas, trocando a televisão pelo movimento do mercado, em um movimento inverso ao descrito pelo Chico Buarque em sua música “A Televisão”.
Percebi que o público que entupia a entrada do bar era formado por especialistas: homens desacompanhados de cônjuges, na faixa de 50 anos, que não estavam fazendo turismo e sabiam exatamente porquê estavam ali.
Ao entrar e receber o cardápio entendi o porquê. Público e cardápio de primeiríssima classe. Cervejas normais com preços entre R$4,5 e R$6, as long necks especiais entre R$3 e R$4, cachaças entre R$3,50 e R$6 e uma renca de destilados em porções e não alcoólicos que não merecem detalhamento.
Chamou minha atenção uma parte do cardápio denominada “Posso provar” com porções bem pequenas de torresmo, batata, mandioca e lingüiça a R$2, bem adequada para quem está sozinho ou para os iniciantes ou pesquisadores que querem saber de tudo com um única ida ao bar.
Outra coisa positiva chamou minha atenção, qualquer funcionário lhe atende, agilizando o serviço, anotando seu pedido na sua comanda, sem aquela de “tem que falar com o garçom”. O pasteleiro interrompe, sem nenhuma dor, a sua faina (hoje estou atacado) de preparar a massa de pastel - dobrando-a, esticando-a, passando-a nos cilindros ou enchendo-as com recheio – para atender nosso pedido de pastéis ou para entregar uma dose de cachaça ou uma nova cerveja.
Pasteis, a preço de R$3, de carne, queijo, frango, palmito e bacalhau fritos na sua frente, com recheio e sabores dignos do bar, que é lembrado pelos antigos freqüentadores com uma pastelaria, já que a fritadeira de pastéis fica à vista de quem passa pelos corredores do mercado. Não considerei, de nenhuma forma, a qualidade do recheio do pastel de bacalhau, que é feito com uma massa de batatas e um peixe salgado que lembra longe o bacalhau, conforme deduziu meu consultor gastronômico, EulerAtayde, que me acompanhava.
O bar, na sua normalidade, atende ao público interno durante a semana servindo PFs (tropeiro ou Caol) de segunda a sexta-feira, a R$12, e feijoada a R$15 nas quintas e sextas-feiras.
Fiquei sem conhecer a lista de petiscos do cardápio que merece uma avaliação mais completa e extensa que essa com suas porções de fígado, pernil, rabada e pé de porco, carne de sol, de panela, maçã de peito e contra-filé, língua, dobradinha, costelinha, almôndega, chouriço... Uma representação completa da gastronomia butequeira mineira.
Afinal eu tinha ido ao mercado apenas para fazer um levantamento de preços para os caldos, canjica e quentão da Festa Junina da Casinha (aguardem convite) e tinha almoço em casa me esperando. E deu nisso!
Todos os fregueses ficam de pé, encostados no balcão ou compartilham (pensei em criar o neologismo “coportilham” mas a barra ficava muito forçada) as mesas internas altas enquanto bebem, conversam ou assistem televisão. Os que chegaram primeiro bebem água limpa, ou seja, ficam na região mais nobre, à frente das portas, trocando a televisão pelo movimento do mercado, em um movimento inverso ao descrito pelo Chico Buarque em sua música “A Televisão”.
Percebi que o público que entupia a entrada do bar era formado por especialistas: homens desacompanhados de cônjuges, na faixa de 50 anos, que não estavam fazendo turismo e sabiam exatamente porquê estavam ali.
Ao entrar e receber o cardápio entendi o porquê. Público e cardápio de primeiríssima classe. Cervejas normais com preços entre R$4,5 e R$6, as long necks especiais entre R$3 e R$4, cachaças entre R$3,50 e R$6 e uma renca de destilados em porções e não alcoólicos que não merecem detalhamento.
Chamou minha atenção uma parte do cardápio denominada “Posso provar” com porções bem pequenas de torresmo, batata, mandioca e lingüiça a R$2, bem adequada para quem está sozinho ou para os iniciantes ou pesquisadores que querem saber de tudo com um única ida ao bar.
Outra coisa positiva chamou minha atenção, qualquer funcionário lhe atende, agilizando o serviço, anotando seu pedido na sua comanda, sem aquela de “tem que falar com o garçom”. O pasteleiro interrompe, sem nenhuma dor, a sua faina (hoje estou atacado) de preparar a massa de pastel - dobrando-a, esticando-a, passando-a nos cilindros ou enchendo-as com recheio – para atender nosso pedido de pastéis ou para entregar uma dose de cachaça ou uma nova cerveja.
Pasteis, a preço de R$3, de carne, queijo, frango, palmito e bacalhau fritos na sua frente, com recheio e sabores dignos do bar, que é lembrado pelos antigos freqüentadores com uma pastelaria, já que a fritadeira de pastéis fica à vista de quem passa pelos corredores do mercado. Não considerei, de nenhuma forma, a qualidade do recheio do pastel de bacalhau, que é feito com uma massa de batatas e um peixe salgado que lembra longe o bacalhau, conforme deduziu meu consultor gastronômico, EulerAtayde, que me acompanhava.
O bar, na sua normalidade, atende ao público interno durante a semana servindo PFs (tropeiro ou Caol) de segunda a sexta-feira, a R$12, e feijoada a R$15 nas quintas e sextas-feiras.
Fiquei sem conhecer a lista de petiscos do cardápio que merece uma avaliação mais completa e extensa que essa com suas porções de fígado, pernil, rabada e pé de porco, carne de sol, de panela, maçã de peito e contra-filé, língua, dobradinha, costelinha, almôndega, chouriço... Uma representação completa da gastronomia butequeira mineira.
Afinal eu tinha ido ao mercado apenas para fazer um levantamento de preços para os caldos, canjica e quentão da Festa Junina da Casinha (aguardem convite) e tinha almoço em casa me esperando. E deu nisso!
Bom para: Ir com amigos
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Conheci o lugar devido ao circuito gastronômico também. Achei este bar meio bagunçado.
O prato era até gostosinho e a cerveja também estava boa. O atendimento foi ótimo. Mas estava muito cheio, toda hora passava gente trombando. Não tem lugar pra sentar, então tivemos que nos espremer pra arrumar um lugarzinho pra apoiar o prato.
O prato era até gostosinho e a cerveja também estava boa. O atendimento foi ótimo. Mas estava muito cheio, toda hora passava gente trombando. Não tem lugar pra sentar, então tivemos que nos espremer pra arrumar um lugarzinho pra apoiar o prato.
Bom para: Ir com amigos, Cerveja
Ambiente
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Custo-benefício
Gostei
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30/01/2012
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Jacqueline Resende:
As duas vezes que estive lá dei sorte, pois não estava tão cheio. Deu pra pegar uma mesinha. De fato, parece meio bagunçado mesmo, mas o atendimento é bom.
Isa:
Vixe, acho que domingo deve encher tanto que nem mesinha não tinha...eles devem ter tirado pra caber mais gente!
Sem comentários... Tem de tudo e preço bom...
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Happy hour, Cerveja, Paquerar, Gastar pouco
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