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Mesas ao ar livre
Música
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Cantagalo (499 m)
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Ambiente
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Comida
(4)
Público
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Atendimento
(4)
Bebida
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Custo-benefício
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Tudo teclado já. Eu acabo quase sempre bebendo em pé e na calçada mesmo, comprando cerveja em bares próximos. Acrescento: é uma rua sem saída, então é fácil concentrar gente em frente, porque o Bip é bem pequeno.
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De vez em quando uma o outra associação de moradores de Copacabana força para abrir a rua, para acabar com a alegria das pessoas, e principalmente para tirar os mendigos, que ficam por ali, principalmente de madrugada e não incomodam ninguém. Gente que nem mora na Almirante, todo mundo ali gosta como é...são pessoas que não suportam a felicidade alheia.
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Tudo teclado já. Eu acabo quase sempre bebendo em pé e na calçada mesmo, comprando cerveja em bares próximos. Acrescento: é uma rua sem saída, então é fácil concentrar gente em frente, porque o Bip é bem pequeno.
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De vez em quando uma o outra associação de moradores de Copacabana força para abrir a rua, para acabar com a alegria das pessoas, e principalmente para tirar os mendigos, que ficam por ali, principalmente de madrugada e não incomodam ninguém. Gente que nem mora na Almirante, todo mundo ali gosta como é...são pessoas que não suportam a felicidade alheia.
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Dica: Cabia aqui uma nova classificação: Bares e Botecos > Roda de Samba. Ou chorinho. Não há.
Bom para: Dançar, Paquerar, Drinques, Ir com amigos, Ir sozinho, Casais, Happy hour, Ponto turístico
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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12/04/2013
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Fernanda N. e Lari L. gostaram
Fernanda Nunes:
Hum.. rola roda de samba é? quais dias?
Diego:
Lá é tudo meio errático...mas nos fins de semana sempre rola...6a. e sábado...
Fernanda Nunes:
Opa, valeu diego!!
Pitoresco, único, charmoso. Patrimônico Cultural da cidade, o Bip Bip é parada obrigatória dos amantes do samba, chorinho e bossa nova. O diminuto tamanho esconde a enormidade dos músicos que se apresentam gratuitamente nas rodas. Os gringos não entendem como é possível tudo dar certo em meio às anotações das cervejas no nome de cada cliente. Fique pelo menos até o esporro do Alfredinho e seu discurso pelas obras sociais que o bar apoia.
E não esqueça:
"Não pode falar,
Não dá pra comer,
Não pode aplaudir,
Não tem salão,
Amplificação,
Não tem quem te servir,
Só tem um banheiro,
Não tem arvoredo,
Não tem sala vip,
Final de domingo,
Esporro do Alfredo,
É o samba do Bip !"
Samba do Bip - Tomaz Miranda, Manuela Trindade e Zezinho do Santa Marta
http://www.youtube.com/watch?v=RcT0u42ukyo&list=FLh1o6H3jSxKXSJ60We4Uvtg&index=14&feature=plpp_video
E não esqueça:
"Não pode falar,
Não dá pra comer,
Não pode aplaudir,
Não tem salão,
Amplificação,
Não tem quem te servir,
Só tem um banheiro,
Não tem arvoredo,
Não tem sala vip,
Final de domingo,
Esporro do Alfredo,
É o samba do Bip !"
Samba do Bip - Tomaz Miranda, Manuela Trindade e Zezinho do Santa Marta
http://www.youtube.com/watch?v=RcT0u42ukyo&list=FLh1o6H3jSxKXSJ60We4Uvtg&index=14&feature=plpp_video
Dica: Deixe uma boa gorjeta para os projetos sociais tocados pelo Alfredinho
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18/06/2012
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Natalia Erre:
me impressiono com suas descobertas culturais da cidade!
O local é um dos mais tradicionais redutos de samba da cidade maravilhosa, ele já entrou para o folclore turístico da cidade. Afredinho, o dono do bar,em nome da qualidade musical, não hesita em chamar a atenção dos frequentadores que estiverem falando alto, ou prejudicando o andamento da roda. É proibido bater palmas: estalam-se os dedos. O local é a perfeita tradução do samba carioca: sambistas profissionais se misturam a amadores em um autêntico botequim e fazem o som por puro prazer.
A rigor, trata-se um pé-sujo de 18 metros quadrados e 40 anos de idade. O próprio cliente se serve: entra no bar, pega sua latinha (não tem garrafa), e vai pra mesa do dono para ele anotar na sua conta. Anárquico, mas funcional. O bar não tem funcionários: é mantido por amigos do dono e pelos próprios clientes, que tomam conta mesmo do bar.
Vale a pena conhecer pelo valor histórico-cultural, pelo samba maravilhoso e todas as suas vertentes (tem bossa, tem choro, tem tudo), e pelo Seu Alfredo, que tem um coração enorme e uma simpatia sem tamanho por trás do aparente mau humor.
A rigor, trata-se um pé-sujo de 18 metros quadrados e 40 anos de idade. O próprio cliente se serve: entra no bar, pega sua latinha (não tem garrafa), e vai pra mesa do dono para ele anotar na sua conta. Anárquico, mas funcional. O bar não tem funcionários: é mantido por amigos do dono e pelos próprios clientes, que tomam conta mesmo do bar.
Vale a pena conhecer pelo valor histórico-cultural, pelo samba maravilhoso e todas as suas vertentes (tem bossa, tem choro, tem tudo), e pelo Seu Alfredo, que tem um coração enorme e uma simpatia sem tamanho por trás do aparente mau humor.
Dica: Não pode falar alto pra não atrapalhar o samba! Procure o livro que conta a história do bar.
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Cerveja, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Público
Um dos lugares mais autênticos que já conheci na vida. O Bip Bip, tradicional bar de Copacabana, é tombado como patrimônio cultural do Rio de Janeiro e um daqueles lugares que mudam a sua percepção como boêmio, como pessoa, como bêbado, como ser-político.
Um cartaz na entrada dá o recado aos desavisados: X anos ao serviço do porre e da amizade. Considerando o estado do seu dono, o lendário “Alfredinho”, você passa a não ter dúvidas.
O Bip Bip é um bar “Self-service” como disse o amigo mineiro Écio Marcos (atualmente quase um carioca), que me apresentou o lugar.
Você quer mesa e cadeira para assentar? Vá lá e pegue. Quer cerveja? Vá no freezer e pegue. Quer petiscar alguma coisa? Vá até a cozinha e prepare! Achou o banheiro sujo? Tem o balde, pano e materiais de limpeza, vá lá e limpe! Só não esqueça de falar com o Alfredinho, para que ele, sempre meio bêbado e meio sonolento, anote o que você pegou.
O samba come solto, músicos profissionais e amadores juntam-se à roda. O amor pelo Brasil, pelo Rio e pelas morenas que passam é tema comum dos sambas cantados. De repente, Alfredinho levanta-se e grita: “Cala a boca porra! vocês estão atrapalhando a música” e o barulho dos clientes é reduzido quase a zero. Embora no primeiro momento não pareça, o Alfredinho é uma pessoa agradável e muito querida pelos frequentadores.
Na parede, fotos de todos os músicos brasileiros que se possa imaginar, tocando naquelas mesmas mesas do bar, todos abraçados com Alfredinho, que bem mais jovem em algumas fotos, parece divertir-se muito.
O bar e seus frequentadores ajudam diversos programas sociais, fato que você fica sabendo ao ir no banheiro, onde uma pequena cartilha indica as formas de ajudar financeiramente. Não é cobrado couvert, só circula um chapéu, onde os clientes podem depositar uma contribuição, que irá para esses programas de assistência social. As latinhas de cerveja, vendidas a R$4,00 também são doadas.
Ah, para quem gosta, em outros dias da semana tem chorinho também. Forma de pagamento: Só dinheiro.
Um cartaz na entrada dá o recado aos desavisados: X anos ao serviço do porre e da amizade. Considerando o estado do seu dono, o lendário “Alfredinho”, você passa a não ter dúvidas.
O Bip Bip é um bar “Self-service” como disse o amigo mineiro Écio Marcos (atualmente quase um carioca), que me apresentou o lugar.
Você quer mesa e cadeira para assentar? Vá lá e pegue. Quer cerveja? Vá no freezer e pegue. Quer petiscar alguma coisa? Vá até a cozinha e prepare! Achou o banheiro sujo? Tem o balde, pano e materiais de limpeza, vá lá e limpe! Só não esqueça de falar com o Alfredinho, para que ele, sempre meio bêbado e meio sonolento, anote o que você pegou.
O samba come solto, músicos profissionais e amadores juntam-se à roda. O amor pelo Brasil, pelo Rio e pelas morenas que passam é tema comum dos sambas cantados. De repente, Alfredinho levanta-se e grita: “Cala a boca porra! vocês estão atrapalhando a música” e o barulho dos clientes é reduzido quase a zero. Embora no primeiro momento não pareça, o Alfredinho é uma pessoa agradável e muito querida pelos frequentadores.
Na parede, fotos de todos os músicos brasileiros que se possa imaginar, tocando naquelas mesmas mesas do bar, todos abraçados com Alfredinho, que bem mais jovem em algumas fotos, parece divertir-se muito.
O bar e seus frequentadores ajudam diversos programas sociais, fato que você fica sabendo ao ir no banheiro, onde uma pequena cartilha indica as formas de ajudar financeiramente. Não é cobrado couvert, só circula um chapéu, onde os clientes podem depositar uma contribuição, que irá para esses programas de assistência social. As latinhas de cerveja, vendidas a R$4,00 também são doadas.
Ah, para quem gosta, em outros dias da semana tem chorinho também. Forma de pagamento: Só dinheiro.
Dica: Não bata palmas para os músicos, só é permitido estalar os dedos.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Dançar, Cerveja, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Bip Bip é o mais carioca dos bares cariocas.
No auge dos seus 40 anos o bar continua em plena forma e a todo vapor. Fica no boemio bairro de Copacabana e não existem garçons, maitres, chefes de cozinha, nada, absolutamente nada.
Se quiser uma mesa, você mesmo terá que busca-la, montar na calçada e retornar para pegar as cadeiras. Como na sua própria casa, não se acanhe em abrir a geladeira e pegar mais uma cerveja bem gelada. Atravessando com cuidado o pequenino salão, normalmente ocupado por músicos maravilhosos, que se reúnem para dividir seu talento com aqueles que apreciam a boa música nacional. Ao som de Noel Rosa e muitas histórias curiosas passei minha segunda-feira em pura nostalgia.
O proprietário Alfredinho é o responsável pela ordem do estabelecimento e para não incomodar a vizinhança não permite que os frequentadores aplaudam os músicos, para manifestar sua satisfação devem apenas estalar os dedos.
Se a fome apertar, peça sim uma das porções de bolinho de bacalhau da casa, mas não se assuste se ele for te ensinar como regenerá-las.
O Bip Bip ainda tem um bloco de carnaval que fica concentrado na frente do bar com um enorme palco montado e shows interessantíssimos. É garantido encontrar muita gente bonita e inteligente nos arredores.
No auge dos seus 40 anos o bar continua em plena forma e a todo vapor. Fica no boemio bairro de Copacabana e não existem garçons, maitres, chefes de cozinha, nada, absolutamente nada.
Se quiser uma mesa, você mesmo terá que busca-la, montar na calçada e retornar para pegar as cadeiras. Como na sua própria casa, não se acanhe em abrir a geladeira e pegar mais uma cerveja bem gelada. Atravessando com cuidado o pequenino salão, normalmente ocupado por músicos maravilhosos, que se reúnem para dividir seu talento com aqueles que apreciam a boa música nacional. Ao som de Noel Rosa e muitas histórias curiosas passei minha segunda-feira em pura nostalgia.
O proprietário Alfredinho é o responsável pela ordem do estabelecimento e para não incomodar a vizinhança não permite que os frequentadores aplaudam os músicos, para manifestar sua satisfação devem apenas estalar os dedos.
Se a fome apertar, peça sim uma das porções de bolinho de bacalhau da casa, mas não se assuste se ele for te ensinar como regenerá-las.
O Bip Bip ainda tem um bloco de carnaval que fica concentrado na frente do bar com um enorme palco montado e shows interessantíssimos. É garantido encontrar muita gente bonita e inteligente nos arredores.
Dica: Programa com a cara do carioca e pra quem gosta de boa música.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Cerveja, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Não espere um boteco tradicional. O Bip Bip foge a convenções.
A começar pelo lugar, miúdo, com mais gente do lado de fora do que dentro. Também não há garçom. O cliente serve-se com o proprietário, o porra louca do Alfredinho, que mais parece freqüentador que dono.
A começar pelo lugar, miúdo, com mais gente do lado de fora do que dentro. Também não há garçom. O cliente serve-se com o proprietário, o porra louca do Alfredinho, que mais parece freqüentador que dono.
Só a figura do Alfredinho já vale o "ingresso".
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
O melhor bar de música ao vivo do mundo. Primeira vez que fui, comprei uma cachaça, o seu alfredo apontou a garrafa e o copo e tive que me servir, depois disso vou lá todos os domingos que posso!
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06/06/2012
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Natalia E. gostou
Natalia Erre:
hahhaah que showw!! ao estilo do heavy duty será?
Rafael Maroja Ihara:
Não conheço esse, Nat
Natalia Erre:
é um bar no centro que a galera manda vc mesmo limpar sua e se servir, se quiser. cada um por si hehehe esse parece parecido, numa vibe bem despojada e show :D
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