Av. Augusto de Lima - 744 - loja 167 - Belo Horizonte , MG
31 3492-7870
Ranking: #49 de 619 em
Bares e Botecos -
Belo Horizonte
Preço por pessoa:
$$ (De R$26 até R$50)
Categoria:
Bares e Botecos
Site oficial:
casacheia.org
Formas de pagamento:
Outras formas:
Primeira opinião por:
Vânia M.G.
Vânia M.G.
Detalhes:
Proibido fumar
Estacionamento
Quer receber ofertas do Casa Cheia?
No Kekanto os donos de estabelecimentos podem publicar cupons de descontos para todos os seus consumidores. Registre-se e receba gratuitamente todos os descontos
Notas específicas:
Ambiente
(21)
Comida
(21)
Público
(18)
Atendimento
(21)
Bebida
(21)
Custo-benefício
(17)
Classificar por:
Opiniões
(24)
Sempre quis conhecer o Casa Cheia. Como a Vânia mencionou, o lugar realmente faz justiça ao nome! Na hora do almoço a fila fica enorme. Eu acabava não tendo coragem de encarar.
Ontem tive que almoçar mais tarde e aproveitei a oportunidade para ir ao Casa Cheia num horário que certamente acharia uma mesa vazia. Deu certo mas logo pude perceber que é preciso mais do que uma mesa vazia para tornar a experiência agradável. É necessário que ela fique localizada perto de uma das saídas. No corredor o calor é insuportável!
Como o horário era propício conseguimos escolher um lugar arejado e quando a Original gelada chegou ficou ainda melhor.
Apesar de ter demorado um pouco pra notar nossa presença o garçom que nos atendeu foi muito simpático, eficiente e nos ajudou com informações sobre os pratos.
O cardápio é bem variado pra um boteco, mesmo para um boteco restaurante. Só os pratos que participaram do Comida Di Buteco já são suficientes para te deixar com água na boca imaginando qual seria o melhor.
Ficamos super tentados a experimentar o torresmo de barriga, super bem indicado por todos que conhecem! Como a gente precisava almoçar e voltar logo ao trabalho acabamos deixando para uma próxima vez.
Decidimos pedir o Mexidoido Chapado, que é feito na chapa e vem com picanha fatiada, lombo defumado, linguiça caseira, bacon, legumes no azeite, ovo frito de codorna e ervas. A picanha fatiada não estava muito legal mas o prato é mesmo muito gostoso.
Como a gente estava com muita fome e muita vontade de experimentar de tudo acabamos pedindo mais um prato. Pedimos o Mineirinho Valente, canjiquinha com queijo, lombo defumado, costela desossada ao vinho, linguiça caseira e espinafre. Estava delicioso! Melhor do que o Mexidoido. Ficamos muito satisfeitos. Agora falta reunir os amigos e voltar para experimentar o torresmo!
O Casa Cheia fica no Mercado Central e funciona de segunda a sábado de 9:30 às 18:00, domingos e feriados de 9:30 às 13:00.
Ontem tive que almoçar mais tarde e aproveitei a oportunidade para ir ao Casa Cheia num horário que certamente acharia uma mesa vazia. Deu certo mas logo pude perceber que é preciso mais do que uma mesa vazia para tornar a experiência agradável. É necessário que ela fique localizada perto de uma das saídas. No corredor o calor é insuportável!
Como o horário era propício conseguimos escolher um lugar arejado e quando a Original gelada chegou ficou ainda melhor.
Apesar de ter demorado um pouco pra notar nossa presença o garçom que nos atendeu foi muito simpático, eficiente e nos ajudou com informações sobre os pratos.
O cardápio é bem variado pra um boteco, mesmo para um boteco restaurante. Só os pratos que participaram do Comida Di Buteco já são suficientes para te deixar com água na boca imaginando qual seria o melhor.
Ficamos super tentados a experimentar o torresmo de barriga, super bem indicado por todos que conhecem! Como a gente precisava almoçar e voltar logo ao trabalho acabamos deixando para uma próxima vez.
Decidimos pedir o Mexidoido Chapado, que é feito na chapa e vem com picanha fatiada, lombo defumado, linguiça caseira, bacon, legumes no azeite, ovo frito de codorna e ervas. A picanha fatiada não estava muito legal mas o prato é mesmo muito gostoso.
Como a gente estava com muita fome e muita vontade de experimentar de tudo acabamos pedindo mais um prato. Pedimos o Mineirinho Valente, canjiquinha com queijo, lombo defumado, costela desossada ao vinho, linguiça caseira e espinafre. Estava delicioso! Melhor do que o Mexidoido. Ficamos muito satisfeitos. Agora falta reunir os amigos e voltar para experimentar o torresmo!
O Casa Cheia fica no Mercado Central e funciona de segunda a sábado de 9:30 às 18:00, domingos e feriados de 9:30 às 13:00.
Dica: Chegue bem cedo ou bem tarde para o almoço!
Bom para: Ir com amigos, Cerveja
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei
•
Comentar
•
Reportar
•
22/07/2011
•
Christina, Edmundo F., Luís G. e mais 4 pessoas gostaram
Ver todos 6 comentários
Jodilson Moreira Jr.:
O Mineirinho Valente era exatamente o prato que eu estava tentando lembrar! Ele que me fez voltar ao casa cheia e pegar uma fila cheia pq o lugar estava fazendo jus ao nome.
Clau VB:
Muito bom!!!
Lili Paixão:
Muito bom mesmo, mas a fila desanima qualquer um!
Continuando (depois de muito tempo, desculpem) as minhas resenhas sobre os estabelecimentos todos que participaram do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" e demorei com um certo motivo, que explico:
Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei (e nesse caso, com muita dor no coração), são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.
O prato inscrito pelo Casa Cheia (restaurante localizado próximo a escada da entrada da esquina da Curitiba com Goitacazes) era chamado Isca de Frango Picante (Isca de frangoempanado com molho picante, decorado com cebola e alho em conserva).
Foi uma grande decepção, esse restaurante que tem tantos pratos tão sensacionais (como a fejoada, o feijão mexicano, as almondegas exóticas o mexidoido o espetacular torresmo de barriga entre outras tantas opções), acabou inscrevendo um prato insosso como esse no circuito, não tinha a menor graça. A cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.
É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.
Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei (e nesse caso, com muita dor no coração), são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.
O prato inscrito pelo Casa Cheia (restaurante localizado próximo a escada da entrada da esquina da Curitiba com Goitacazes) era chamado Isca de Frango Picante (Isca de frangoempanado com molho picante, decorado com cebola e alho em conserva).
Foi uma grande decepção, esse restaurante que tem tantos pratos tão sensacionais (como a fejoada, o feijão mexicano, as almondegas exóticas o mexidoido o espetacular torresmo de barriga entre outras tantas opções), acabou inscrevendo um prato insosso como esse no circuito, não tinha a menor graça. A cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.
É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.
Dica: Como todos os outros bares do Mercado Central, se puder ir durante a semana, prefira.
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei
•
Comentar
•
Reportar
•
06/03/2012
•
Pedrão de Castro:
A mim também foi uma grande decepção este prato, já que como disse, trata-se de uma das mais tradicionais cozinhas de bar em Belo Horizonte.
Edmundo Fontela Emediato Grieco:
Realmente Pedrão totalmente inexplicável, um restaurante como o Casa Cheia fazer um papel tão ínfimo, espero mais empenho pro ano que vem...
Restaurateur:
Há de se esperar inovação e não algo que já esteja no cardápio. Talves eles já se "acham". Pessoalmente vejo mais confete do que sabor...
Casa cheia
O Restaurante Casa Cheia eh sempre sinonimo de boa comida , bom atendimento , variedade de pratos servidos no Festival Comida de Boteco de varios anos anteriores e fila pra sentar! Fomos experimentar o petisco servido no Circuito Gastronomico 2012 que traz o prato de Isca de frango empanado com molho picante ,decorado com cebola e alho em conserva , que serve 02 pessoas e custa R$ 25,00 . Nao esperava muito pois frango nao eh muito o meu forte , mas a turma estava animada e pedimos 3 porcoes (estavamos em mais de 12 pessoas) que vieram com um frango muito passado e um pouco duro e nao trazia nada de apimentado , se vc gosta de uma boa pimentinha peca a caseira do bar . Comemos sem muito entusiasmo e achando que nao daria para dividir com tantas pessoas acabamos pedindo uma quarta porcao , esta sim veio com o frango no ponto e estava bem melhor .O petisco eh normal , nao me surpreendeu no sabor e nem na ideia , mas o Casa Cheia continua ganhando pontos no excelente atendimento , na forma com que os atendentes se viram no pequeno espaco com bom humor e simpatia e eh por estas e outras que a casa esta sempre cheia !
Para acompanhar a saideira pedimos o famoso Torresmo de Barriga que nao fazia parte de Circuito e eh simplesmente maravilhoso !
O Restaurante Casa Cheia eh sempre sinonimo de boa comida , bom atendimento , variedade de pratos servidos no Festival Comida de Boteco de varios anos anteriores e fila pra sentar! Fomos experimentar o petisco servido no Circuito Gastronomico 2012 que traz o prato de Isca de frango empanado com molho picante ,decorado com cebola e alho em conserva , que serve 02 pessoas e custa R$ 25,00 . Nao esperava muito pois frango nao eh muito o meu forte , mas a turma estava animada e pedimos 3 porcoes (estavamos em mais de 12 pessoas) que vieram com um frango muito passado e um pouco duro e nao trazia nada de apimentado , se vc gosta de uma boa pimentinha peca a caseira do bar . Comemos sem muito entusiasmo e achando que nao daria para dividir com tantas pessoas acabamos pedindo uma quarta porcao , esta sim veio com o frango no ponto e estava bem melhor .O petisco eh normal , nao me surpreendeu no sabor e nem na ideia , mas o Casa Cheia continua ganhando pontos no excelente atendimento , na forma com que os atendentes se viram no pequeno espaco com bom humor e simpatia e eh por estas e outras que a casa esta sempre cheia !
Para acompanhar a saideira pedimos o famoso Torresmo de Barriga que nao fazia parte de Circuito e eh simplesmente maravilhoso !
Dica: Torresmo de Barriga !
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Gostei
•
Comentar
•
Reportar
•
01/02/2012
•
rafael assad luz:
Pelo visto este Circuito Gastronômico é d++, pq não fazem um deste aqui em Sampa, putz, cada dia provar um petisco seria tudo de bom
Pedrão de Castro:
São bons mesmo, Rafael, vc tem que conhecer! Aí em Sampa vai acontecer, pela primeira vez, o Festival Comida di Buteco, e pelas informações que tive será no mês de junho. Uma boa, não?
rafael assad luz:
Nem tava sabendo Pedrão, mas então não vejo a hora de junho chegar então, obrigado pela dica, cara. Abs
rafael assad luz:
Nem tava sabendo Pedrão, mas então não vejo a hora de junho chegar então, obrigado pela dica, cara. Abs
Fui com uns amigos lá. O lugar é mto gostoso, como a maioria dos estabelecimentos no Mercado Central, e tem até fila no horário de almoço pra sentar em alguma das mesas.
Tanto foi assim que ficamos todos bem apertadinhos, mas o q na verdade valeu bem a pena.
Para o meu gosto a cerveja tava bem gelada, e o tira-gosto também tava bom, mas nada demais ou que surpreendesse, algo que todos esperavam considerando que o prato fazia parte do tão famoso circuito gastronômico.
Mas o que fez o dia valer mesmo a pena foi o tão famoso torresmo de barriga da casa. É simplesmente muito gostoso, e só de escrever aqui já me dá agua na boca e vontade de voltar lá. Vale muito a pena experimentar. Fica a dica.
Tanto foi assim que ficamos todos bem apertadinhos, mas o q na verdade valeu bem a pena.
Para o meu gosto a cerveja tava bem gelada, e o tira-gosto também tava bom, mas nada demais ou que surpreendesse, algo que todos esperavam considerando que o prato fazia parte do tão famoso circuito gastronômico.
Mas o que fez o dia valer mesmo a pena foi o tão famoso torresmo de barriga da casa. É simplesmente muito gostoso, e só de escrever aqui já me dá agua na boca e vontade de voltar lá. Vale muito a pena experimentar. Fica a dica.
Dica: pedir o torresmo de barriga
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Casa Cheia
Este restaurante esta dentro do Mercado Central e alem da cerveja geladinha serve tb um almoco fantastico , com pratos que jah concorreram no Comida de Boteco nos anos anteriores como o Mixidoido Chapado e as Almondegas Exoticas . A hora do almoco eh bem, concorrida e voce possivelmente tera de esperar na fila ate alguma mesa esvaziar. O prato feito no almoco nao eh barato para um PF , custando em torno de R$ 19,90 para uma pessoa mas o sabor e a oportunidade de experimentar os pratos bem bolados e a qualidade das refeicoes valera a pena. Comida e petiscos por kilo tambem sao opcoes .
Se voce estiver no Mercado e quiser apenas uma cervejinha e um petisco , prove a porcao de linguica defumada acompanhada de cebola. Excelente qualidade e sabor (R$ 34,00). O ambiente eh simples e o cheiro forte de comida com o calor que faz la dentro pedem uma cerveja pra comecar.
O atendimento eh rapido e os atendentes sao atenciosos mas realmente nao tem muito tempo para um bate papo na hora do almoco aonde tudo eh muito corrido ! O banheiro eh o do Mercado , simples e razoavel por R$ 0,50 e o estacionamento custa R$ 7,50 / hora.
Aproveite o almoco e va as compras no Mercado !
Este restaurante esta dentro do Mercado Central e alem da cerveja geladinha serve tb um almoco fantastico , com pratos que jah concorreram no Comida de Boteco nos anos anteriores como o Mixidoido Chapado e as Almondegas Exoticas . A hora do almoco eh bem, concorrida e voce possivelmente tera de esperar na fila ate alguma mesa esvaziar. O prato feito no almoco nao eh barato para um PF , custando em torno de R$ 19,90 para uma pessoa mas o sabor e a oportunidade de experimentar os pratos bem bolados e a qualidade das refeicoes valera a pena. Comida e petiscos por kilo tambem sao opcoes .
Se voce estiver no Mercado e quiser apenas uma cervejinha e um petisco , prove a porcao de linguica defumada acompanhada de cebola. Excelente qualidade e sabor (R$ 34,00). O ambiente eh simples e o cheiro forte de comida com o calor que faz la dentro pedem uma cerveja pra comecar.
O atendimento eh rapido e os atendentes sao atenciosos mas realmente nao tem muito tempo para um bate papo na hora do almoco aonde tudo eh muito corrido ! O banheiro eh o do Mercado , simples e razoavel por R$ 0,50 e o estacionamento custa R$ 7,50 / hora.
Aproveite o almoco e va as compras no Mercado !
Dica: Aceita cheques mas nao cartoes !
Bom para: Ir com amigos, Cerveja
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Como falar sobre comida em Belo Horizonte, sem citar o Mercado Central? Lugar com tantas cores, tantos sabores e tanta coisa gostosa. Algo parecido só vimos no La Boqueria, em Barcelona. A grande diferença é que o Mercado Central é nosso e a gente pode ir quando quiser.
A última ida foi para comprar presentes, ingredientes e para comer. Já saímos de casa com uma ideia fixa na cabeça: almoçar no Casa Cheia. Por isso, antes de ficar com as mãos cheias de sacolas, entramos em uma fila relativamente grande por uma mesa no restaurante.
Como o forte da casa são os pratos prontos e um especial do dia – tem um self-service mais fraco, mas quase ninguém come dele –, a comida sai rápido e o giro das mesas é alto. E o garçom deu um aviso a uma mesa desavisada: “não dá pra ficar aqui e só beber cerveja não. Tem que comer, porque a fila do almoço aqui tá grande!”
O tempo de espera na fila, a fome e a velocidade com que as coisas são conduzidas no Casa Cheia nos fizeram sentar à mesa e já fazer os pedidos. Parece que a gente entra num carrinho de montanha russa já andando, mas a adaptação é rápida.
Um dos pratos foi de almôndegas de carne de sol recheadas com queijo, ao creme de abóbora e hortelã, acompanhados de arroz com brócolis ao alho e fritas (R$ 18). Ele é um dos pratos que são servidos de segunda a domingo. As almôndegas desmanchavam na boca e o sabor era incrível. Pena que só vieram quatro bolinhas carnudas. A delicadeza do creme de abóbora surpreendeu. E o arroz também não fez feio.
O outro prato era o especial do dia: feijão mexicano (R$ 17). Junto com o feijão vem o charque, linguiça calabresa, linguiça defumada, carne de boi e bacon, temperados com ervas. E o acompanhamento era mostarda refogada, arroz, fritas, tomate e cheiro verde. Um pratão, que, pelo tamanho da fome poderia vir só o feijão e a mostarda que já estava bom demais. O tempero de tudo estava correto e o feijão uma delícia. E as linguiças se saíram melhor do que as carnes.
Comida mineiríssima, atendimento igual de boteco, bem no centro da cidade. Mais BH que isso, impossível!.
http://2byfood.wordpress.com
A última ida foi para comprar presentes, ingredientes e para comer. Já saímos de casa com uma ideia fixa na cabeça: almoçar no Casa Cheia. Por isso, antes de ficar com as mãos cheias de sacolas, entramos em uma fila relativamente grande por uma mesa no restaurante.
Como o forte da casa são os pratos prontos e um especial do dia – tem um self-service mais fraco, mas quase ninguém come dele –, a comida sai rápido e o giro das mesas é alto. E o garçom deu um aviso a uma mesa desavisada: “não dá pra ficar aqui e só beber cerveja não. Tem que comer, porque a fila do almoço aqui tá grande!”
O tempo de espera na fila, a fome e a velocidade com que as coisas são conduzidas no Casa Cheia nos fizeram sentar à mesa e já fazer os pedidos. Parece que a gente entra num carrinho de montanha russa já andando, mas a adaptação é rápida.
Um dos pratos foi de almôndegas de carne de sol recheadas com queijo, ao creme de abóbora e hortelã, acompanhados de arroz com brócolis ao alho e fritas (R$ 18). Ele é um dos pratos que são servidos de segunda a domingo. As almôndegas desmanchavam na boca e o sabor era incrível. Pena que só vieram quatro bolinhas carnudas. A delicadeza do creme de abóbora surpreendeu. E o arroz também não fez feio.
O outro prato era o especial do dia: feijão mexicano (R$ 17). Junto com o feijão vem o charque, linguiça calabresa, linguiça defumada, carne de boi e bacon, temperados com ervas. E o acompanhamento era mostarda refogada, arroz, fritas, tomate e cheiro verde. Um pratão, que, pelo tamanho da fome poderia vir só o feijão e a mostarda que já estava bom demais. O tempero de tudo estava correto e o feijão uma delícia. E as linguiças se saíram melhor do que as carnes.
Comida mineiríssima, atendimento igual de boteco, bem no centro da cidade. Mais BH que isso, impossível!.
http://2byfood.wordpress.com
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Taí um nome que tem tudo a ver com o lugar! Depois de anos sem ir ao mercado, semana passada resolvemos passear e almoçar por lá. Não me lembro de já ter feito mais que mais algum lanche no mercado, me pareceu uma ideia divertida. E foi.
Chegamos havia uma fila enorme. Pra não ficarmos parados esperando, resolvemos dar uma volta enquanto acaba o suposto horário de pico. Fomos andar e voltamos lá pelas 14 horas. Ainda havia fila, mas bem mais tranquila: seriam duas mesas só antes da nossa.
Como era quinta-feira, o prato do dia (20,00) era Feijão mexicano (feijão com especiarias, charque, costelinha, bacon), mostarda refogada, batata frita e salada (tomate!). Escolhi esse. Demorou um pouco, mas eu gostei demais do sabor. Tudo bem temperado, quente e farto. Aprovado. Fiquei com vontade de voltar na quarta, quando é feijão tropeiro.
O atendimento deixou a desejar. O garçom era simpático, mas demorava a dar o ar da graça. E parece que tem aquele esquema de tal garçom atende tal e tal mesa, e se não for o 'seu', não adianta que ele não te vê. Nem escuta. Nem dá a menor, mesmo que esteja batendo papo com a outra garçonete.
Mas que qualquer forma, estar no mercado é quase que, necessariamente, entrar em outra dimensão da cidade - ainda acho que tem cara de turismo na cidade que adotei a décadas.
Chegamos havia uma fila enorme. Pra não ficarmos parados esperando, resolvemos dar uma volta enquanto acaba o suposto horário de pico. Fomos andar e voltamos lá pelas 14 horas. Ainda havia fila, mas bem mais tranquila: seriam duas mesas só antes da nossa.
Como era quinta-feira, o prato do dia (20,00) era Feijão mexicano (feijão com especiarias, charque, costelinha, bacon), mostarda refogada, batata frita e salada (tomate!). Escolhi esse. Demorou um pouco, mas eu gostei demais do sabor. Tudo bem temperado, quente e farto. Aprovado. Fiquei com vontade de voltar na quarta, quando é feijão tropeiro.
O atendimento deixou a desejar. O garçom era simpático, mas demorava a dar o ar da graça. E parece que tem aquele esquema de tal garçom atende tal e tal mesa, e se não for o 'seu', não adianta que ele não te vê. Nem escuta. Nem dá a menor, mesmo que esteja batendo papo com a outra garçonete.
Mas que qualquer forma, estar no mercado é quase que, necessariamente, entrar em outra dimensão da cidade - ainda acho que tem cara de turismo na cidade que adotei a décadas.
Bom para: Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Gostei
•
Comentar
•
Reportar
•
12/08/2012
•
Pedrão de Castro:
Concordo, Lilia. Um lugar de comida bem executada, com ótimo tempero, mas cujos "vícios" do atendimento acabam por comprometer o conjunto da obra.
lilia freitas:
e o pior é que é comum em Belo Horizonte, né? Falta de treinamento de pessoal. Uma pena!
Gê Majella:
Também já sofri com o atendimento do Casa Cheia, até que após uma situação extremamente deselegante não só comigo, mas como com toda a clientela que lá estava, deixei de frequentar em definitivo.
Laura Oliveira Brice:
Lilia da prox vez prova as almondegas exoticas , excelente para comecar a petiscar e a porcao de linguica defumada eh otima para petiscar com a cerveja no final da tarde ! Infelizmente atendimento eh sempre um problema no Brasil.....
lilia freitas:
Laurita, da prox vez quero ir mesmo pra pesticar e esticar o programa, alias ate prefiro. Valeu a dica! bj
Aprendi com a minha mãe: chegar em qualquer cidade do mundo e correr pro Mercado Central pra sentir o clima. E justo numa cidade tão evoluída gastronomicamente como Belo Horizonte, não poderia ser diferente.Um dos problemas mais graves dos Mercadões mundo afora, sejam eles em países de primeiro, segundo, terceiro, quarto décimo ou vigésimo mundo, é a dificuldade pra estacionar.
Velho, o Mercado Central de beagá tem estacionamento próprio no andar de cima. Pô, que momento!Isso acaba dando, inconscientemente, um tremendo conforto na alma. A gente fica ali despreocupado, vagando tranquilamente sem maiores aborrecimentos. O problema é que fica bem mais fácil sair comprando tudo, já que o carro tá logo ali em cima.Fizemos um rápido – e eficiente – reconhecimento do território, e já fomos nos dirigindo ao ponto central do passeio. Mas é bem complicado manter o foco com tanta coisa nos distraindo.
É tão bacana ir a mercados centrais… cara, é dum colorido, duma alegria. Ainda mais quando se tem a desculpa de forçar uma parada só pra apontar pros queijos, doces caseiros e goiabadas. É uma sequência absurda de amores à primeira vista.Enfim, chegamos ao Casa Cheia. Cedo, porque senão, segundo o Rafa Mantesso, é bem complicado de conseguir lugar (conforme o nome já entrega!).Simpatizei. Êta lugarzinho bem bacana.
Velho, o Mercado Central de beagá tem estacionamento próprio no andar de cima. Pô, que momento!Isso acaba dando, inconscientemente, um tremendo conforto na alma. A gente fica ali despreocupado, vagando tranquilamente sem maiores aborrecimentos. O problema é que fica bem mais fácil sair comprando tudo, já que o carro tá logo ali em cima.Fizemos um rápido – e eficiente – reconhecimento do território, e já fomos nos dirigindo ao ponto central do passeio. Mas é bem complicado manter o foco com tanta coisa nos distraindo.
É tão bacana ir a mercados centrais… cara, é dum colorido, duma alegria. Ainda mais quando se tem a desculpa de forçar uma parada só pra apontar pros queijos, doces caseiros e goiabadas. É uma sequência absurda de amores à primeira vista.Enfim, chegamos ao Casa Cheia. Cedo, porque senão, segundo o Rafa Mantesso, é bem complicado de conseguir lugar (conforme o nome já entrega!).Simpatizei. Êta lugarzinho bem bacana.
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
E pra ver como o pré-julgamento às vezes é injusto e desnecessário, o Casa Cheia, em pleno Mercado Central de BH, seguindo o conceito dos restaurantes mais estrelados do mundo, também tem cozinha aberta proporcionando uma maior interação com a equipe!Mas quer ver qual foi o detalhe que me deixou mais orgulhoso? O fato de não ter encontrado mesas e cadeiras de plástico patrocinadas. Isso meio que me tira do sério. O Casa Cheia taí pra provar que existe sim um mundo melhor sem elas, por mais underground que seja o ambiente.
Dizem que o Casa Cheia é famoso – entre outras coisas – pelo buffet de saladas e de acompanhamentos. Mas ó, caiu um lenço aqui, vem cá: esse tipo de coisa só serve pra tirar nossa atenção, ou pra quebrar o galho de quem tá com muita pressa.Casualmente estávamos com muita calma, e prestando bastante atenção no que pediríamos. Então fingimos que o buffet nem existia. Humpf…Em nome do meu profissionalismo e comprometimento com a gastronomia, me vi numa encruzilhada: como dizer “não” para uma sedutora caipirinha de cachaça mineira? Ah pára, não sou de levar desaforo pra casa. Solta uma aqui pra mim, amizade!O momento Hipertensão da tarde foi o a porção de fígado acebolado com jiló que o Rafa jurou que faria a nossa cabeça, sem dúvidas.
Que coisa bem boa. Mas, maldito peso na consciência que nos impede de comer mais disso tudo… (putz, viu só: até a consciência tem “peso”… que tristeza.)Daí chegou a hora de pedir os “pratos principais” (burp!), e ninguém mais tinha fôlego. A pegada foi grande. Mas curiosos que somos, ainda pedimos pra dar uma última passeada pelo cardápio e achamos um prato com nome bem interessande: Mexidoido Chapado. Oferecimento: Bob Marley! Brincadeiras à parte, trata-se de um mexido com picanha, lombo defumado, linguiça caseira, bacon, legumes e um ovo de codorna fritinho. Alô equipe do Casa Cheia, a mesa que devolveu a panelinha sem nenhum grãozinho de arroz pra contar história foi a nossa, valeu?!Segundo o Rafa, o dono do Casa Cheia realmente trata o pessoal da equipe como se trabalhassem numa casa cheia, e os tem como uma família. Todos que estão lá já somam mais de 15 anos de casa e são supervisionados pelo Sr. Casa Cheia (que agora meu fugiu o nome) para ver se os filhos estão na faculdade, se as contas domésticas estão pagas e como vai tudo.
Bacana… até almoçar como se clientes fossem eles almoçam. Good vibrations.Na sequencia, como não tínhamos acesso a Estomazil, pedi o digestivo mais conhecido do mundo: a Coca-Cola normal. Lá ela vem servida num daqueles copos de cafezinho antigos. Fantástico.Lógico que tando no inferno, tem mais é que abraçar o diabo mesmo. Daí fomos dar um rolê e nos jogamos pra vida.
Acabamos encontrando um estabelecimento do Rei do futebol e tudo. Evidentemente que é uma bricadeira, mas não seria absurdo se fosse verdade, já que o Cara é mineiro.Meio que me senti na Disney quando passamos por essa lojinha de pimentas. Tava adorando tudo e prestes a fazer um rancho até que disparei pra moça “qual a MAIS forte?”, e ela respondeu de bate-pronto: “todas.”… aham tia, senta lá, não me enrola!Chegamos finalmente numa que já tava deixando o Rafa maluco, porque ele queria a todo o custo achar a tal da goiabada da lata vermelha. Bingo. Dame dos!
Doce de leite caseiro? Uhm, dame dos também! Pô, não é fácil manter os pneuzinhos não, preciso tratá-los superbem.E ainda bem que eu não tomo cachaça, porque senão ia ser um prejú sem tamanho. Quer dizer, chachaça pura eu não tomo, mas misturada com limão, gelo e açúcar, desce facinho.Ai o gran finale foi o Rafa escolhendo os queijos Canastra mais bonitos. Pegava, dava cascudo no meio dele pra ver que som fazia e o escambau. Maior onda.
Quem vê assim de longe, até parece que é o maior entendido!O bom é que a gente come, se diverte, passeia, compra adoidado e depois só sobe uma escadinha até o carro. Sucesso! De quebra, já voltamos pra casa com lembrancinhas garantidas!Fora as toneladas, gastamos 35 reais cada um no Casa Cheia, e 29 cada um com os presentinhos. Que confesso, chegaram meio pela metade em casa. Malzaê pessoal.
Dizem que o Casa Cheia é famoso – entre outras coisas – pelo buffet de saladas e de acompanhamentos. Mas ó, caiu um lenço aqui, vem cá: esse tipo de coisa só serve pra tirar nossa atenção, ou pra quebrar o galho de quem tá com muita pressa.Casualmente estávamos com muita calma, e prestando bastante atenção no que pediríamos. Então fingimos que o buffet nem existia. Humpf…Em nome do meu profissionalismo e comprometimento com a gastronomia, me vi numa encruzilhada: como dizer “não” para uma sedutora caipirinha de cachaça mineira? Ah pára, não sou de levar desaforo pra casa. Solta uma aqui pra mim, amizade!O momento Hipertensão da tarde foi o a porção de fígado acebolado com jiló que o Rafa jurou que faria a nossa cabeça, sem dúvidas.
Que coisa bem boa. Mas, maldito peso na consciência que nos impede de comer mais disso tudo… (putz, viu só: até a consciência tem “peso”… que tristeza.)Daí chegou a hora de pedir os “pratos principais” (burp!), e ninguém mais tinha fôlego. A pegada foi grande. Mas curiosos que somos, ainda pedimos pra dar uma última passeada pelo cardápio e achamos um prato com nome bem interessande: Mexidoido Chapado. Oferecimento: Bob Marley! Brincadeiras à parte, trata-se de um mexido com picanha, lombo defumado, linguiça caseira, bacon, legumes e um ovo de codorna fritinho. Alô equipe do Casa Cheia, a mesa que devolveu a panelinha sem nenhum grãozinho de arroz pra contar história foi a nossa, valeu?!Segundo o Rafa, o dono do Casa Cheia realmente trata o pessoal da equipe como se trabalhassem numa casa cheia, e os tem como uma família. Todos que estão lá já somam mais de 15 anos de casa e são supervisionados pelo Sr. Casa Cheia (que agora meu fugiu o nome) para ver se os filhos estão na faculdade, se as contas domésticas estão pagas e como vai tudo.
Bacana… até almoçar como se clientes fossem eles almoçam. Good vibrations.Na sequencia, como não tínhamos acesso a Estomazil, pedi o digestivo mais conhecido do mundo: a Coca-Cola normal. Lá ela vem servida num daqueles copos de cafezinho antigos. Fantástico.Lógico que tando no inferno, tem mais é que abraçar o diabo mesmo. Daí fomos dar um rolê e nos jogamos pra vida.
Acabamos encontrando um estabelecimento do Rei do futebol e tudo. Evidentemente que é uma bricadeira, mas não seria absurdo se fosse verdade, já que o Cara é mineiro.Meio que me senti na Disney quando passamos por essa lojinha de pimentas. Tava adorando tudo e prestes a fazer um rancho até que disparei pra moça “qual a MAIS forte?”, e ela respondeu de bate-pronto: “todas.”… aham tia, senta lá, não me enrola!Chegamos finalmente numa que já tava deixando o Rafa maluco, porque ele queria a todo o custo achar a tal da goiabada da lata vermelha. Bingo. Dame dos!
Doce de leite caseiro? Uhm, dame dos também! Pô, não é fácil manter os pneuzinhos não, preciso tratá-los superbem.E ainda bem que eu não tomo cachaça, porque senão ia ser um prejú sem tamanho. Quer dizer, chachaça pura eu não tomo, mas misturada com limão, gelo e açúcar, desce facinho.Ai o gran finale foi o Rafa escolhendo os queijos Canastra mais bonitos. Pegava, dava cascudo no meio dele pra ver que som fazia e o escambau. Maior onda.
Quem vê assim de longe, até parece que é o maior entendido!O bom é que a gente come, se diverte, passeia, compra adoidado e depois só sobe uma escadinha até o carro. Sucesso! De quebra, já voltamos pra casa com lembrancinhas garantidas!Fora as toneladas, gastamos 35 reais cada um no Casa Cheia, e 29 cada um com os presentinhos. Que confesso, chegaram meio pela metade em casa. Malzaê pessoal.
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei
•
Comentar
•
Reportar
•
31/01/2012
•
Pedrão C. gostou
Pedrão de Castro:
Ótima resenha, Diogo.
Interessante também a observação sobre as tais cadeiras patrocinadas, que de fato passam uma imediata impressão de "rabo preso".
O "Sr. Casa Cheia" eu não conheço pessoalmente, mas sei que se chama Ilmar. E estes "copos de cafezinho antigos", seriam os nossos copos lagoinha?? Hehehe.
Interessante também a observação sobre as tais cadeiras patrocinadas, que de fato passam uma imediata impressão de "rabo preso".
O "Sr. Casa Cheia" eu não conheço pessoalmente, mas sei que se chama Ilmar. E estes "copos de cafezinho antigos", seriam os nossos copos lagoinha?? Hehehe.
Nunca vimos um boteco que honra tanto seu nome, quanto ao "Casa Cheia", fundado em 1978 no Mercado Central em Belo Horizonte-MG.
Fomos até lá após a indicação de uma pessoa super crítica, que é o JB, um dos melhores blogueiros de bares e restaurantes em Sampa, consagrando-se como conhecedor do assunto. Ele nos indicou também o Xapuri, mas esse já estava em nossa cartilha, porém o "Casa Cheia" foi novidade e claro, adoramos a dica e fomos conferir.
Chegar no Mercado Central em BH nos fez pensar que o nome de lá deveria ser ""Bares Centrais"", pois a quantidade de bares assusta e impressiona... mas não são bares grandes e nem com um mínimo de luxo, são apertados, lotados, alguns com uma corrente segurando o pessoal em pé próximo ao bar em que estão... uma loucura.
O "Casa Cheia" tem um espaço maior, tem mesinhas com cadeiras ( diferente dos outros) e está localizado em um piso levemente mais alto, foi fácil encontrá-lo... o lado pelo qual chegamos, parecia ser um bar cheio, sem mesas desocupadas, mas dava pra encarar!!... Aí paramos ali na frente, quando veio o garçom e disse: "A fila é do outro lado ali..."".. Meu Deus!!!! Quando olhamos, ele estava certo, já havia uma fila absurda do outro lado e aí correremos para lá... para vocês terem uma idéia eu deixei o Luís Gustavo lá e saí andar no Mercado...
Pior que isso, é que a danada da fome vai matando você, visto que estávamos de olho no que algumas mesas pediam, e tudo parecia realmente ótimo...
O bar é decorado com vários ""dizeres"" como por exemplo à respeito de todas suas participações e premiações no evento Comida de Buteco de outros anos... e foi assim que o tempo passou e logo chamaram a gente pra uma mesinha.
Vale lembrar que o Casa Cheia não participou do evento esse ano, mas garantimos que os petiscos deles são até mesmo superiores aos do evento em questão.
O atendimento é bom e ágil, porém os garçons ficam quase "loucos" com a quantidade de pessoas para atender e chamar da fila...o cardápio é bem simples, porém informativo. A cerveja geladaaaaaaaaa ( gostaríamos de ressaltar que os belo horizontinos, principalmente os que frequentam os bares do Mercado Central prezam absurdamentes por isso), e nós fomos de Bohemia - 600 ml.
Para comer foi muito difícil escolher, mas acabamos optando pelo "Mexidoido Xapado""- prato do Comida de Buteco em 2006, não demorou nem 5 minutos e já estava na mesa , é uma porção farta onde nós dois comemos e é de dar água na boca de lembrar.
Era possível ver que a maioria das mesas estavam servidas de """Mineirinho Valente""", ganhador do Comida de Buteco em 2005 e muito famoso no bar.
A fila não parava de aumentar e pessoas chegavam daquele lado que chegamos também e o garçom dizia que a fila era do outro lado.. e assim foi... aí como a idéia seria ir em outro bar, acabamos não pedindo mais nada para comer, mas vontade não faltou.
Outro ponto bacana é que o dono está por ali o tempo todo, acompanhando o seu sucesso com o público, além é claro da pessoa responsável por todas essas delícias, a senhora Maria de Jesus com quase 80 anos, que fica na cozinha preparando os petiscos. Experimente o TORRESMO, dizem que é perfeito!
Um ponto negativo do bar é o fato de não aceitar cartões, o que parece normal ali entre os bares do Mercado Central, então você tem que estar preparado para isso!
Pra quem vai à BH ( pois certamente todos de BH já conhecem esse lugar), fica uma dica "turística" bastante bacana para matar sua fome!! Mas de preferência não deixe para o sábado, pois a fila é inevitável e ninguém desiste da mesma... o motivo? A qualidade!
CIA DOS BOTECOS -
Fomos até lá após a indicação de uma pessoa super crítica, que é o JB, um dos melhores blogueiros de bares e restaurantes em Sampa, consagrando-se como conhecedor do assunto. Ele nos indicou também o Xapuri, mas esse já estava em nossa cartilha, porém o "Casa Cheia" foi novidade e claro, adoramos a dica e fomos conferir.
Chegar no Mercado Central em BH nos fez pensar que o nome de lá deveria ser ""Bares Centrais"", pois a quantidade de bares assusta e impressiona... mas não são bares grandes e nem com um mínimo de luxo, são apertados, lotados, alguns com uma corrente segurando o pessoal em pé próximo ao bar em que estão... uma loucura.
O "Casa Cheia" tem um espaço maior, tem mesinhas com cadeiras ( diferente dos outros) e está localizado em um piso levemente mais alto, foi fácil encontrá-lo... o lado pelo qual chegamos, parecia ser um bar cheio, sem mesas desocupadas, mas dava pra encarar!!... Aí paramos ali na frente, quando veio o garçom e disse: "A fila é do outro lado ali..."".. Meu Deus!!!! Quando olhamos, ele estava certo, já havia uma fila absurda do outro lado e aí correremos para lá... para vocês terem uma idéia eu deixei o Luís Gustavo lá e saí andar no Mercado...
Pior que isso, é que a danada da fome vai matando você, visto que estávamos de olho no que algumas mesas pediam, e tudo parecia realmente ótimo...
O bar é decorado com vários ""dizeres"" como por exemplo à respeito de todas suas participações e premiações no evento Comida de Buteco de outros anos... e foi assim que o tempo passou e logo chamaram a gente pra uma mesinha.
Vale lembrar que o Casa Cheia não participou do evento esse ano, mas garantimos que os petiscos deles são até mesmo superiores aos do evento em questão.
O atendimento é bom e ágil, porém os garçons ficam quase "loucos" com a quantidade de pessoas para atender e chamar da fila...o cardápio é bem simples, porém informativo. A cerveja geladaaaaaaaaa ( gostaríamos de ressaltar que os belo horizontinos, principalmente os que frequentam os bares do Mercado Central prezam absurdamentes por isso), e nós fomos de Bohemia - 600 ml.
Para comer foi muito difícil escolher, mas acabamos optando pelo "Mexidoido Xapado""- prato do Comida de Buteco em 2006, não demorou nem 5 minutos e já estava na mesa , é uma porção farta onde nós dois comemos e é de dar água na boca de lembrar.
Era possível ver que a maioria das mesas estavam servidas de """Mineirinho Valente""", ganhador do Comida de Buteco em 2005 e muito famoso no bar.
A fila não parava de aumentar e pessoas chegavam daquele lado que chegamos também e o garçom dizia que a fila era do outro lado.. e assim foi... aí como a idéia seria ir em outro bar, acabamos não pedindo mais nada para comer, mas vontade não faltou.
Outro ponto bacana é que o dono está por ali o tempo todo, acompanhando o seu sucesso com o público, além é claro da pessoa responsável por todas essas delícias, a senhora Maria de Jesus com quase 80 anos, que fica na cozinha preparando os petiscos. Experimente o TORRESMO, dizem que é perfeito!
Um ponto negativo do bar é o fato de não aceitar cartões, o que parece normal ali entre os bares do Mercado Central, então você tem que estar preparado para isso!
Pra quem vai à BH ( pois certamente todos de BH já conhecem esse lugar), fica uma dica "turística" bastante bacana para matar sua fome!! Mas de preferência não deixe para o sábado, pois a fila é inevitável e ninguém desiste da mesma... o motivo? A qualidade!
CIA DOS BOTECOS -
Dica: Chegue cedo ou com paciência para a fila! E leve dinheiro, não apenas cartão.
Bom para: Quem quer comer petiscos de qualidade!
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Exibindo de 1 a 10
Total de opiniões: 24
Total de opiniões: 24
Escrever opinião
O Kekanto não é autor e não endossa nenhuma das opiniões e/ou comentários. Eles são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. Para mais informações acesse nossos termos de uso.
Lugares parecidos
Veja mais na cidade:
Check-ins
Total de check-ins
13
Seus check-ins aqui
0
Listas relacionadas:
» Bares e restaurantes Para Visitar no Mercado Central
» Os melhores restaurantes de comida mineira em Belo Horizonte
