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CT Boucherie

CT Boucherie

Rua Dias Ferreira, 636 - 636 - Jardim São Luís - São Paulo , SP

21 2529-2329

A CT Boucherie marca a volta do chef Claude Troisgros ao bairro do Leblon, no Rio de Janeiro,onde abriu seu primeiro restaurante logo após chegar ao Brasil. Inspirado nas visitas ao famoso mercado de gado na França - Saint-Christophe-en-Brionnais, no sul da Borgonha e nas liçõ...  Ver mais


Preço por pessoa:

$$$ (De R$51 até R$100)

Categoria:
Restaurante
Ranking: #128 de 3535
Site oficial:
ctboucherie.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Horário de funcionamento:
(04:59)
Aberto 24h
Primeira opinião por:
eduardorenno54
Detalhes:
Acesso para deficientes
Aceita reservas
Área para fumantes
Wi-fi
Couvert
Música
Faz entregas
Estacionamento

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Publicidade
Notas:
3 estrelas
0
2 estrelas
0
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(8)
Comida
(8)
Atendimento
(8)
Bebida
(6)
Custo-benefício
(8)
Classificar por:
Opiniões   (12)
 

A casa funciona da seguinte forma: Você escolhe um corte de carne, e os acompanhamentos vem em sistema de rodízio. O preço depende do tipo de carne que você pedir (chateaubriand ou picanha= R$ 68, Alcatra = R$ 48, salmão = R$ 62) Caso você opte somente pelo rodízio de acompanhamentos, paga só R$ 48.

Sinceramente, adoro o Troisgros, frequento todos os restaurantes dele, mas não dei sorte nas 3 vezes que fui ao CT Boucherie. Na primeira vez, pedi picanha ao ponto do chef. Afinal, quem melhor do que o chef de uma boucherie pra saber o ponto certo da carne? Veio ao ponto pra bem passada, Estou sendo gentil, porque (pra mim), a carne estava era muito bem passada mesmo. Na segunda vez, pedi novamente a carne ao ponto do chef, e de novo veio bem passada. A casa estava cheia e eu estava com pressa, então belisquei a carne e comi o rodízio de acompanhamentos. Na terceira vez, pedi alcatra mal passada, e veio bem passada. Pedi pra trocarem pelo salmão e jurei pra mim mesma que só volto lá pra comer o rodízio de acompanhamentos.

Já os acompanhamentos, são excelentes. Até o chuchu gratinado consegue ser (muito) saboroso. Batata palha, purê de maçã, purê de baroa, tomates recheados, arroz maluco, arroz com amêndoas...

As entradas tamém são sensacionais. Recomendo com força o aipim crisp com brie e geléia de pimenta (R$ 24).

De sobremesa, crepe suflê de frutas vermelhas. De dar água na boa.

Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 07/12/2011
Fernando Fernandes:
Quero experimentar o local....Mas vive lotado!
Lu:
Fernando, a dica é chegar meio dia em ponto, ou então lá pras 16h pro almoço ou as 20:30 pro jantar. Nesse horário tá sempre vazio.
 

Seguindo a dica da Luciana, chegamos na casa às 20:30. A casa estava vazia e eu consegui entrar pela primeira vez, na minha tão esperada visita a um dos restaurantes que sempre pensei fosse ser um dos melhores do Rio. Não foi diferente.

O ambiente é muito bonito, o clima super agradável e a carne pedida veio no ponto exato especificado.

Pedi um steak de alcatra ao ponto mais cru possível (bleu) e veio tal qual. Acompanhado pelo chip de batata, farofa panko e um molho poivre (ao meu ver, totalmente dispensável).

E, como já foi dito pela Luciana, os acompanhamentos que são servidos em rodízio são impecáveis em sabor e até chuchu gratinado ganha destaque.

Essa foi a minha primeira visita ao restaurante e saí perfeitamente feliz recebendo o steak exatamente como pedido e com um simples tempero de pimentas com sal. Muito bom mesmo!

Gostei Comentar Reportar 09/02/2012
Lu:
Embora não tenha comido carne desta vez, preciso morder a lingua e admitir que a carne de vocês estava maravilhosa. :) Além do ponto certo, estava macia como eu nem imaginava que uma alcatra pudesse ser.
Fernando Fernandes:
Tenho muita vontade de ir lá conhecer mas realmente todas as vzs estava lotado! Quarta no Irajá hein! abs
Laura Goldmeier:
eu não tive tanta sorte: nas duas visitas ao local recebi a carne esturricada apesar de ter pedido mal passada. ainda assim volto pelos acompanhamentos, e pela entradinha de aipim folhado, hum...
 

A mais nova casa com a grife Troigros inaugurou em dezembro passado em um cantinho mais tranquilo do pólo gastronômico Dias Ferreira. Mesmo com a pouca idade, ao chegar na simpática casa de toldo listrado já dá para ver a fila de longe. Tive sorte nas duas vezes que visitei o local, e a espera foi amenizada pelo simpático atendimento da hostess Mara.

O lugar é uma graça, com pequenos detalhes que fazem a diferença em compor um ambiente francês sem pretensões, mas com muito charme e criatividade. Do jogo americano que apresenta os cortes de carne, ao uniforme dos garçons inspirado em roupa antiguinha de açougueiro francês, o lugar tem tudo para dar certo como tudo que tem o toque da família.

Começando pelo começo, experimentei as duas entradas que não dão para resistir: o exótico carpaccio de melancia e uma combinação inexplicável crisp de aipim com queijo brie e geléia de pimenta. O carpaccio Larica Total é um clássico da porção apresentador de TV de Claude, o patriarca franco brasileiro. Tem cara de carpaccio de carne, jeito de carpaccio de carne mas… tem gosto de melancia. E um gosto delicioso, por sinal.

Já o aipim é um capítulo a parte: como eles montam as finíssimas lâminas de aipim até formar uma massa folhada, que depois é cortada em forma de torradas, eu não sei. Mas com o brie de primeira e o toque de geléia de pimenta, dá vontade de comer uns 20 seguidos.

Optei pelo galeto reverenciado como especialidade da casa da primeira vez (R$ 45), e pelo corte de filé Chateaubriand da segunda (R$ 62). O galeto estava uma coisa. Tostadinho na medida exata por fora e com a carne molhadinha por dentro, ele vem desossado e recheado de uma farofinha delícia de crackers com frutas secas. Ele chega à mesa com seu próprio molho e acompanhado da onipresente musse de agrião inclusa em todos os pratos da casa – e que sinceramente não é páreo para todas as experiências que você vai ter em seguida.

O Chateaubriand, como explica o cardápio, é um bife alto que representa o coração do filé mignon. O meu veio com um molhinho ao poivre que é uma delícia de apimentado, saborosíssimo, mas no ponto errado – de mal passado ele virou ao ponto pra bem, apesar de recomendações expressas para trazer a carne “sangrando”. O garçom foi muito simpático em se oferecer para trocar, mas quando você janta com companhia o legal é todo mundo dividir aquele momento, nem que seja em silêncio como aconteceu comigo.

Como a foto do Chateaubriand ficou impublicável, divido outro prato que fez o seu cliente muito feliz: escalopinhos de mignon (R$56).

O silêncio se explica pelos acompanhamentos das carnes. Nada de ter que escolher e ficar namorando o prato do vizinho: no melhor estilo brasileiro, eles são oferecidos no formato de rodízio, e você pode provar de tudo até estar satisfeito. Os meus preferidos foram a vagem na manteiga com lascas de amêndoas, o arroz biro biro (que normalmente não me encanta) e os purês de inhame e batata baroa. Mas o parque de diversões ainda inclui outras opções, que mudam diariamente, como a couve flor gratinada, os tomates à provençal, cenouras refogadas com gordos cogumelos, purê de maçã com maracujá… e só para você não ficar tenso, a mesa recebe logo de cara batatas chips crocantes, farofa de panko e banana caramelizada como acompanhamentos fixos, que não saem do seu lado.

Se ainda sobrar espaço, opte por um dos incríveis picolés Diletto, servidos no local com o indefectível arroz croc croc, marca registrada de Claude, dessa vez em versão doce com açúcar, canela e lascas de amêndoa torradas. A mesa ainda pediu a espuma de framboesa, devidamente aprovada por hums e ohs emitidos por todos os lados.

A notícia ruim é que o serviço da casa ainda tropeça. Por mais que seja visível a melhoria na eficiência do sistema de rodízio desde o começo das operações, o ponto da carne não é garantido, e o molho que acompanha é quase a surpresinha do dia – em ambos dias alguém da mesa recebeu o seu errado. Todos esses detalhes podem ser relevados em prol da divertida experiência gastronômica, menos a deselegância do maitrê da casa que cisma em gritar pelo salão.

Bom para: Ir com amigos, Jantar, Almoçar, Comer muito
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 08/11/2011
 

O DNA dos Troisgros é foda. Tem reflexo mundial, inclusive. Tanto é que começou na França há sei-lá-quantas décadas atrás. Até hoje seguem inovando. Todo mundo fala bem deles e só têm case de sucesso no clã. Ousado abrir uma casa de carnes (diretor, a tradução literal de “boucherie” é essa, ou “açougue”?) em plena Dias Ferreira…

Mas, putz, ainda não seria agora que a turma da inveja soltaria foguetes. Porque ó, o que mais tem aí é neguinho agourando. Como tudo que vocês fazem, realmente não poderia ser simplesmente uma casa de carnes assim como qualquer outra. É uma velha casa de carnes novinha. Saca?

Tudo é velho e com história. Mas pensado nos mínimos detalhes pra ser assim, justamente. É esse twist do oldschool que vira “old is cool”.

Por uma questão de idade, nunca fui a um açougue francês das antigas, daqueles que inspiraram personagens de filme de terror, com macacão sujo de sangue e facão em punho. Mas imagino que o CT Boucherie seja uma belíssima reinterpretação disso tudo.

E como gastronomia também é cultura, a gente vai lá e ainda pode sair falando que sabe onde fica o filé mignon.

Pra começar a farra, alimentamos as lombrigas que insistem em viver dentro de nós com a sensualidade, o charme e o rebolado do “mil folhas” de aipim com brie e geléia. No comments.

Depois, me vi obrigado a pedir o carpaccio do Larica Total, feito com melancia. Bem divertido!

Mas daí também aproveitei pra refletir sobre o carpaccio e vi que quando ele foi feito no programa, não foi improviso não. É tudo pensado… Mas não vou deixar a descoberta estragar a mágica

Antes de chegarem nossos pedidos, desembarcaram na nossa mesa uns molhinhos megadivertidos que levantaram nossas expectativas. Nem sei como eles se chamam, só sei que a mostarda, o vinagrete e o bbq fizeram nossas cabeças!

Optamos por pedir cada um, um corte diferente, e com acompanhamentos diversos que vêm à mesa, como palmito grelhado, purê de mandioquinha, legumes no vapor, batatinhas e etc. Nesse sentido, a Rê foi num filé com crosta crocante.

A Isa resolveu voltar à infância e pediu um prato meio baby, que era uns escalopines com ervas. Bacana, mas bem baby food.

O Werninho ousou e foi num Bife de Chorizo superior. Ótimo. E grande. Mas o meu padrão de “grande” seria modificado logo a seguir.

Porque o brontossauro aqui pediu o GG da casa: Prime Rib especial. O ÚNICO defeito é que dá vontade de comer com as mãos, tipo homem das cavernas. E só não o fiz porque ia ficar chato pro pessoal da mesa, que me olhou feio quando cogitei.

Como se não bastasse o tamanho dos cortes, a gente ainda aceita TO-DAS as opções de acompanhamento como se não houvesse amanhã. Mas não é uma nem duas, são TODAS.

Sobremesa? Sim né! Um crepe-souflée com calda de frutas vermelhas…um petit gateau de doce de leite com sorvete de tapioca (surreal. Nada mais, nada menos do que isso. Me fez perder o nojinho que eu tava desenvolvendo por petit gateau)…e o famoso mousse de chocolate que eu já tinha provado na CT Brasserie e fui obrigado a conferir no replay.

Depois de tudo isso e de mais ou menos 100 reais por pessoa, saímos de lá rolando. De rir, e de felicidade. É um pouco overpriced pra comer carne, mas o interessante é justamente esse lance de mexer com as nossas expectativas. A gente se prepara pra ir a um Claude Troisgros: expectativa alta. Depois, se prepara pra ir a um “açougue”: expectativa baixa.

Daí, chega lá e vê o açougue do Claude: expectativa atingida!

Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 21/12/2011
 

Fui com a Ma conhecer a CT Boucherie Um dos 3 restaurantes do Claude Troisgros no Rio

Apesar da espera conseguimos sentar rapidamente por estamos só em 2

Uma cerveja Therezópolis para começar

Eu pedi um Prime Rib de Vitelo

E o molho optei pelo Thomas BBQ Sauce

Aprovadíssimo, o ponto e textura da carne perfeitas, o molho BBQ também gostei bastante

Batatinhas de acompanhamento, crocantes no ponto

Farofinha também caiu bem

A Ma pediu um Chateaubriand (coração do filet mignon) com manteiga de tomate seco e mel, que ela também aprovou

Diversos acompanhamentos circulam pelo salão durante a refeição (por isso meu prato já estava uma bagunça). Mas meu favorito foi de longe, a purê de batata baroa. Fissurei tanto que repeti nada menos que 4 vezes!

Gostei Comentar Reportar 29/09/2012
 

Meu pequeno sumiço tem nome e sobrenome: mini férias. Passei uns dias no Rio de Janeiro curtindo o avesso do dolce far niente, se é que me entendem. Quem me acompanha pelo twitter viu um pouco do que rolou por lá. Muitos passeios, muitos lugares novos, puro relax, muita paz, praia e descanso para a mente são ótimos para dar aquela bombada no processo criativo. Que delícia!!!

Um dos restaurantes que mais amei foi o CT Boucherie do chef Claude Troisgros. Particularmente tenho uma quedinha emocional pelo chef. Calma! Não, eu não sou apaixonada por ele. Só que eu adooooro o jeitinho mezzo francês, mezzo brasileiro dele. Adooooro seus programas na TV, seus erros de português são fofos, dou risada sozinha assistindo. Adoooro suas receitas, até mesmo quando ele erra a receita e o programa vai ao ar assim mesmo, seu jeito informal (meio largadão), mas sempre profissional de cozinhar.

O esquema lá é assim: você escolhe seu corte de carne e os acompanhamentos passam a todo o momento (quentinhos!), como em um rodízio, para você ir experimentando o que apetecer.

Provei o purê de baroa, o purê de maçã com maracujá (muito bom!), farofinha japonesa de pão e alho (incrível!), batatinhas portuguesas sequinhas e crocantes, tomates assados inteiros, polenta com agrião (delícia), ratatouille, arroz biro biro… ainda teve acompanhamento que eu passei batido, porque depois que a combinação purê de maçã com maracujá e farofinha japonesa aportou em meu prato nós começamos um caso de amor eterno. Muito amor envolvido.

Fiquei com vontade de experimentar muita coisa, como a especialidade da casa que é um galeto recheado crackers, mas optei pelo bife de chorizo. Ou seja, voltarei com toda certeza para conhecer mais do menu.

Dica: Não deixe de provar o petit gateau de doce de leite com sorvete de tapioca. Maravilhoso!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Almoçar, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 09/09/2011
 

Eu vou ao CT Boucherie desde a sua inauguração praticamente uma vez por mês. Além do lugar agradável, com ares franceses e da proposta fantástica do rodízio de acompanhamento, ele fica há apenas alguns passos da minha casa. Pra quem não conhece, é uma boa oportunidade de experimentar da cozinha do chef celebridade Claude Troigros. Mesmo que as caçarolas sejam assumidas na maior parte do tempo pelo filho Thomas.

Ontem, foi a primera vez que sentamos sem esperar, chegamos por volta de uma da tarde. O normal lá é esperar de uma hora para mais, mas não se acanhe em sentar no boteco Azeitone, logo a frente para beliscar e beber uns drinks antes. A hostess te chama na maior boa vontade.

Ontem como sempre, pedi o margret de pato. Mas acho que não fui muito feliz na escolha, enquanto comia pensei que talvez eu seja a única cliente que pede pato. E que talvez por isso, recebi um pato com cara de quem estava esperando a muito tempo no congelador. Também estava nervado demais. Ok, me esbaldei nos acompanhamentos, no único lugar onde eu como xuxu feliz.

A sobremesa, tem que ser o petit Gateau de doce de leite com sorvete de tapioca.

Dica: Se tiver fila, sente do Azeitona para amenizar a espera.
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Comer muito
Gostei Comentar Reportar 03/10/2011
Fernando Fernandes:
Bárbara, eu tentei ir duas vzs.....Estava lotado e a fila era mais de uma hora. Quero muito experimentar!
 

O DNA dos Troisgros tem reflexo mundial, inclusive. Tanto é que começou na França há sei-lá-quantas décadas atrás. Até hoje seguem inovando. Todo mundo fala bem deles e só têm case de sucesso no clã. Ousado abrir uma casa de carnes (diretor, a tradução literal de “boucherie” é essa, ou “açougue”?) em plena Dias Ferreira…

Mas, putz, ainda não seria agora que a turma da inveja soltaria foguetes. Porque ó, o que mais tem aí é neguinho agourando. Como tudo que vocês fazem, realmente não poderia ser simplesmente uma casa de carnes assim como qualquer outra. É uma velha casa de carnes novinha. Saca?

Tudo é velho e com história. Mas pensado nos mínimos detalhes pra ser assim, justamente. É esse twist do oldschool que vira “old is cool”.

Por uma questão de idade, nunca fui a um açougue francês das antigas, daqueles que inspiraram personagens de filme de terror, com macacão sujo de sangue e facão em punho. Mas imagino que o CT Boucherie seja uma belíssima reinterpretação disso tudo.

E como gastronomia também é cultura, a gente vai lá e ainda pode sair falando que sabe onde fica o filé mignon.

Pra começar a farra, alimentamos as lombrigas que insistem em viver dentro de nós com a sensualidade, o charme e o rebolado do “mil folhas” de aipim com brie e geléia. No comments.

Depois, me vi obrigado a pedir o carpaccio do Larica Total, feito com melancia. Bem divertido!

Mas daí também aproveitei pra refletir sobre o carpaccio e vi que quando ele foi feito no programa, não foi improviso não. É tudo pensado… Mas não vou deixar a descoberta estragar a mágica

Antes de chegarem nossos pedidos, desembarcaram na nossa mesa uns molhinhos megadivertidos que levantaram nossas expectativas. Nem sei como eles se chamam, só sei que a mostarda, o vinagrete e o bbq fizeram nossas cabeças!

Optamos por pedir cada um, um corte diferente, e com acompanhamentos diversos que vêm à mesa, como palmito grelhado, purê de mandioquinha, legumes no vapor, batatinhas e etc. Nesse sentido, a Rê foi num filé com crosta crocante.

A Isa resolveu voltar à infância e pediu um prato meio baby, que era uns escalopines com ervas. Bacana, mas bem baby food.

O Werninho ousou e foi num Bife de Chorizo superior. Ótimo. E grande. Mas o meu padrão de “grande” seria modificado logo a seguir.

Porque o brontossauro aqui pediu o GG da casa: Prime Rib especial. O ÚNICO defeito é que dá vontade de comer com as mãos, tipo homem das cavernas. E só não o fiz porque ia ficar chato pro pessoal da mesa, que me olhou feio quando cogitei.

Como se não bastasse o tamanho dos cortes, a gente ainda aceita TO-DAS as opções de acompanhamento como se não houvesse amanhã. Mas não é uma nem duas, são TODAS.

Sobremesa? Sim né! Um crepe-souflée com calda de frutas vermelhas…um petit gateau de doce de leite com sorvete de tapioca (surreal. Nada mais, nada menos do que isso. Me fez perder o nojinho que eu tava desenvolvendo por petit gateau)…e o famoso mousse de chocolate que eu já tinha provado na CT Brasserie e fui obrigado a conferir no replay.

Depois de tudo isso e de mais ou menos 100 reais por pessoa, saímos de lá rolando. De rir, e de felicidade. É um pouco overpriced pra comer carne, mas o interessante é justamente esse lance de mexer com as nossas expectativas. A gente se prepara pra ir a um Claude Troisgros: expectativa alta. Depois, se prepara pra ir a um “açougue”: expectativa baixa.

Daí, chega lá e vê o açougue do Claude: expectativa atingida!

Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 04/01/2012
 

O CT Boucherie fica na Dias Ferreira, é necessário chegar cedo porque sempre tem fila de espera e não pode fazer resserva.

Você escolhe o tipo de carne e os acompanhamentos são passados a parte, tipo rodízio.

Tudo muito bom e saboroso.

Ambiente muito agradável e bonito.. Tudo impecável. Vale a pena

Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 06/05/2012
 

Restaurante do chef Claude Troisgros, delicioso...

Comida rápida, gostosa e a um preço razoável. O restaurante, desde sua inauguração está sempre lotado, principalmente às sextas-feiras. Local bastante agradável com um staff de primeira. Todos os dias, além do cardápio normal da casa, existe duas opções do dia, um peixe ou uma carne, especialidade da casa, à um custo bem reduzido para um restaurante sob a batuta do renomado cheff e seus auxiliares. A casa fica normalmente sob o olhar jovem do cheff Thomás Troisgros, tão bom quanto o pai!!!

A grande novidade da casa é que vc faz o pedido sem escolher o acompanhamento, que é servido na forma de rodízio, inédito nos resturantes cariocas.

Parabéns ao cheff e seus colaboradores!!!

Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Reuniões de negócios, Famílias, Almoço rápido
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 31/08/2011
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Total de opiniões: 12

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