Rua da Glória, 622 - São Paulo , SP
Preço por pessoa:
$ (Até R$25)
Fernando O.
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Nunca havia estado no bairro e fiquei encantada. A primeira impressão foi muito boa e só foi melhorando ao longo da visita. Confesso que não tenho tanta intimidade com a culinária oriental. Na faculdade, aprendemos só o básico do básico. Achava até que não gostava tanto desta gastronomia, mas cheguei a conclusão de que não havia ido ao lugares certos.
O Rong He é bem disputado. Como todo bom restaurante, tem uma fila longa de espera (dica 1: chegue cedo). A fachada é simples e o ambiente é pequeno. Esqueça qualquer tipo de refinamento pois o charme deste local está exatamente nesta simplicidade. Lá você se sente super a vontade, especialmente pra se levantar a qualquer momento e ir assistir ao show de arte de macarrão ao vivo que é realmente demais.
As porções são generosas e serve satisfatoriamente um grupo de 4 a 6 pessoas. Pedimos de entrada: Guioza duplo no vapor (metade frutos do mar e metade carne de porco) e Guioza grelhado recheado com frutos do mar. Todos deliciosos, com destaque pro sabor da massa. Depois pedimos: Macarrão ensopado com frutos do mar (picante na medida certa e os frutos do mar estavam em sua perfeita cocção) e o saborosíssimo Yakissoba (dica 2: peça, é indescritível), o melhor de todos que já comi. De sobremesa, algo novo que também muito me agradou: Sagu com leite de coco.
Eu e Hilton também experimentamos a cerveja e a pinga chinesa. Sobrava um pouco de álcool na pinga (talvez porque a dosagem era de mais de 50%, hehehehe), mas a cervejinha estava bem gostosa (dica 3: as mulheres vão gostar pois é bem levinha).
Mas o melhor vem agora: o preço. Com tudo isso que nos esbaldamos de comer, deu 25 reais por pessoa. Estou absmada até agora, juro... rs!
Maiores detalhes:
Há tempos o Rong He estava na minha lista de lugares para conhecer e foi no feriado de 1. de maio que fui até lá! E por acaso! rs Tentamos entrar em 2 shoppings para ir ao Outback, mas foi humanamente impossível, realmente shopping é a praia do paulistano. Aí veio a ideia: vamos até a Liberdade e lá a gente acha algum lugar para comer! E foi isso o que fizemos. Passamos na frente do Rong He e a espera não parecia tão grande, afinal passava das 14h30. Estacionamos o carro no estacionamento que fica um pouco a frente do restaurante, pagamos R$ 14,00.
Peguei a senha com a recepcionista que me falou que o tempo de espera era de 1 hora. Beleza! Resolvemos passear pela Liberdade para passar o tempo, como estávamos com muita fome, fizemos um pit stop na Bakery Itiriki, pegamos um salgado e um suco e nos encostamos em um muro do metrô Liberdade e comemos. Resolvemos voltar para o Hong He, nisso já tinha passado 45 minutos, e foi botar o pé na porta do restaurante e chamaram a nossa senha!! :) Que sorte!
Todos os garçons são brasileiros, reparei que apenas o chef de cozinha e a recepcionista/caixa eram chineses. O garçom que nos atendeu era meio avoado, era um adolescente novo na casa. rs Até os outros garçons tiravam sarro dele.
Bom, pedimos uma Original para começar e escolhemos os seguintes pratos: Wan Tun frito de camarão e o macarrão apimentado com frutos do mar. Os pratos demoram uns 15 minutos para chegar à mesa. Enquanto esperava, fui até a vitrine da cozinha olhar a "magia do Chef" ao transformar uma massa em macarrão. Mas calma aí! Não é tão simples assim! Só com o movimento das mãos é que ele transforma a massa em vários fios de macarrão! Impressionante! No final quando algumas pessoas que estavam assistindo bateram palmas para ele, ele retribuiu com um sorrisinho tímido! :)
Olha, eu sabia que as porções eram grandes, mas não esperava tão grandes! rsrs Sério... a porção de Wan Tun veio com uns 35 bolinhos! Estávamos só meu marido e eu. A porção serve tranquilamente 4 pessoas. Em seguida chegou o macarrão apimentado: uma tigela! rs
Então... mãos à obra! rs O Wan Tun é uma delícia! Um bolinho frito com camarão dentro, camarões pequenos, mas inteiros. Muito bem temperado e massa sequinha! O macarrão vem com uma concha para que você pegue o caldo, um pegador para o macarrão e para os demais ingredientes e uma tesoura. Pra que tesoura? Para cortar o macarrão, que é loooongo! rs Muito saboroso, picante sem soltar chamas pela boca. E os frutos do mar estavam muito gostosos, frescos!
Bom, conseguimos comer metade dos pratos, então pedimos para embrulhar para levarmos para casa. Pedimos também um café e a conta.
Ahh para tudo!! A conta foi uma piada!! Só R$ 76,00 por aquilo tudo de comida!! Nosso almoço e janta!
O restaurante está de parabéns! Boa comida e bom preço! Com certeza indico e voltarei mais vezes!
Ahh fiquei sabendo na porta do restaurante que eles fazem delivery aqui no bairro do Ipiranga!! Adorei, peguei um panfleto!
Ahh 2: quando fomos comer à noite, os bolinhos ainda estavam gostosos, não ficaram encharcados de óleo, já o macarrão ficou um pouco mole e chupou o molho. Talvez não seja bom pedir o macarrão no delivery, pois não virá com a mesma consistência do que é servido no restaurante ;)
Escondido na Rua da Glória e com uma fachada bem discreta, o Rong He é um restaurante chinês bem diferente do que eu estava acostumado. Cheguei cedo num sábado - aos finais de semana, é crucial estar aqui antes do meio-dia, pois do contrário você não conseguirá mesa tão rápido - e consegui uma mesa para nove pessoas logo ao centro. A primeira impressão que tive era de que o lugar era exótico e se tinha tanto público é porque tem reconhecimento.
Guardei meus primeiros dez minutos aqui para admirar todas as matérias, citações e premiações que o Rong He coleciona nas suas paredes. De tudo que eu li, as duas palavras que mais apareciam era "bom" e "barato". Quem não gosta de ver que está num lugar bem avaliado e com um ótimo custo-benefício?
A decoração daqui é em nenhum momento exagerada, com plantas, estátuas, ornamentos e quadros espalhados pelo recinto. A refrigeração é amena e a iluminação dá um tom gostoso ao ambiente, mesmo que lotado de pessoas.
Movido pela curiosidade, cheguei até ao espaço onde estava indicado a exibição da "arte de fazer macarrão". Não sabia o que esperar, apenas me limitei a observar os vários cozinheiros preparando os guiozas, os harumakis e os macarrões, tudo bem artesanal. Eis que entra um homem bem forte, com uma massa fresca em mãos - vendo a platéia numerosa por detrás do vidro - e começa a manuseá-la, de uma forma única. Esbanjando habilidade, o sujeito gira a massa (que elasticidade!), estica, puxa, divide, faz nó, torce, abre, passa farinha... ufa! É impressionante o resultado disso tudo, só vendo mesmo para entender. Aos curiosos, no site do restaurante (bem completo, diga-se de passagem) há um vídeo da exibição que sintetiza um pouco do que o "artista" executou, mas é só pessoalmente que você tem uma idéia da espessura do macarrão ao final do processo.
Atônito, voltei a mesa e fiquei uns cinco minutos comentando sobre o que vi. Meu tio resolveu pedir uma entrada de amendoins imersos em vinagre (10$) e uma chaleira de chá verde (6$) como entrada. A quantidade de chá serve umas 6 pessoas e o amendoim é bem saboroso ao vinagre, combinação peculiar.
A idéia aqui é vir em grupos grandes, de modo que cada um peça um prato e este seja repartido pelo grupo: todos acabam experimentando (pra não dizer "comer um monte") e sai cerca de 20$ por pessoa. Pedimos uma porção de guioza (pastelzinho chinês) grelhados (22$ por 16 unidades) que vieram coladinhos, além de harumaki, o rolinho primavera (3$ cada). Que experiência: um guioza com massa leve, úmida e saborosa, com um recheio maravilhosa de carne de porco e ervas; um harumaki crocante, recheado de cenoura, repolho e frango e que faz jus ao nome de "primavera".
Seguimos em frente com um udon (eles chamam de macarrão ao estilo japonês, 23$), um arroz shop suey (22$), um yakissoba (29$) e uma porção de frango frito (30$). Que banquete! O udon é leve - acompanhado de algumas bolinhas de carne de porco cozida - bem saboroso e longo, usa-se até uma tesoura para cortar os fios que outrora foram parte do espetáculo; o yakissoba foi um dos melhores que provei, massa gostosa, variedade de legumes e tempero; o arroz shop suey vale cada centavo e o frango frito põe qualquer KFC no chinelo.
O que espanta aqui é a quantidade de comida que vem, serve mesmo um batalhão. E a qualidade não fica atrás, pois é tudo muito bem preparado, com ingredientes frescos e aquele gostinho de comida caseira, feita com cuidado e por quem sabe o que faz. No fim, deu até dó ver o quanto de comida ainda sobrou na mesa.
O cardápio está em mandarim e em português (as traduções são melhores do que as de outros estabelecimentos) e conta com mais de 150 opções (alguns são outras versões de um mesmo prato). O atendimento foi bom e rápido, mas ainda tem que melhorar: faltou o carisma no atendente e a segurança em mencionar cada prato. Na hora de pagar, chamo a atenção para o fato de aqui só aceitar dinheiro e cartão de débito. Venha preparado!
Meu parecer é que esse é um dos segredos da liberdade, escondido e que muitos passam por aqui sem perceber (ou até evitam porque a Glória não tem a propaganda da Galvão).
Se eu voltaria? Sem sombra de dúvidas, acompanhado de um grupo bem grande para poder pegar inúmeros pratos. Pode não ser a melhor culinária chinesa do pedaço, mas que proporciona uma experiência gastronômica e tanto eu afirmo com certeza!
Desde que chegamos em São Paulo, o bairro da Liberdade tem sido um dos melhores lugares para passear nos momentos de lazer. A feirinha da liberdade ainda vai virar um post bem bacana...os bazares japoneses, suco de pobá, a Liberdade é nossa Chinatown, um verdadeiro mergulho a cultura a um povo que já representa mais de 10% da população da cidade.
Alguns lugares já são clássicos do bairro e atraem um grande público pela bela mistura de comida boa, barata e em abundância. Estaremos mostrando algumas dessas preciosidades que a liberdade nos oferece.
O Rong He é um destes restaurantes. De fachada singela, é mais um destes lugares que ninguém pararia se não soubesse exatamente para onde está indo. O restaurante abre as 11:30, mas meio dia muitas vezes já tem fila de espera. Esses primeiros clientes em sua grande maioria são chineses e descendentes, que sempre vem em grande quantidade com mesas que normalmente passam dos 10 lugares. Com cardápio em madarim e português o restaurante é especializado em massas mas tem várias iguarias e clássicos da culinária chinesa.
Depois de 1 hora de espera nossa senha foi chamada e nos acomodamos bem no centro do salão. As mesas são bem juntas e privacidade na sua refeição é algo que jamais acontecerá. Para entrar no clima pedi uma cerveja chinesa Tsingtao Beer, fraquinha e sem muita personalidade.
Como as porções são realmente grandes, este é um restaurante para ir em grupos. São tantas as opções que só várias visitas para saciar a vontade, desde clássicos chineses até comidas exóticas. Outro dia que fomos lá comemos uma excelente entrada que era de alface refogado com molho de ostra, maravilhosa. Desta vez resolvemos pedir algo diferente e comemos uma salada de pepino e água viva. Meio avinagrada a salada era como um sunomono com a alga viva que era crocante e saborosa.
Mas o verdadeiro show do restaurante são as massas. Com a cozinha totalmente à mostra por um grande vidro é um espetáculo parar e ver o chef fazendo a massa fina na mão com movimentos rápidos e precisos. Sua perícia é realmente impressionante e só ver esse trabalho já vale a visita ao restaurante.
Inlcusive os guiozas são feitos na hora e de forma totalmente artesanal...
Pedimos duas porções de guiozas que foram para mim, os melhores que já comi na vida. A primeira porção foi de guiozas de camarão no vapor. De uma delicadeza única, estes quiozas eram extremamente leves e foram servido com uma porção de gengibre ralado.
e uma porção de guioza grelhado de carne de porco, sensacional!!!!
Como não poderíamos sair sem comer aquela massa feita na hora e de forma tão competente, pedimos uma opção com carne bovina. O restaurante serve um excelente yakissoba e diversas outras opções de massas frescas, mas a massa feita à mão e ao vivo pelo chef é servida somente como Lamen, mas o verdadeiro lamen, nada a ver com miojo ou cup noodles...
Nestes roteiros alternativos muitas vezes aceitam somente dinheiro como forma de pagamento. Neste quesito o Rong He já está se adaptando aos tempos modernos com a opção de pagamento com cartão de débito e a contratação de alguns garçons ocidentais , uma experiência maravilhosa.
De fachada discreta, o Rong He é reconhecido pela aglomeração de pessoas na porta, resultado da longa fila de espera nos finais de semana. O ambiente é pequeno, ruidoso, porém bem familiar. É comum ver mesas com famílias e grupos de amigos reunidos neste local. Mas o que chama a atenção são as apresentações do chef esticando as massas com uma habilidade incrível. Vale a pena ver o show.
As porções são bem servidas por isso é recomendável ir em grupo para dividir os pratos. O cardápio é extenso, ficando difícil de escolher os pratos. O atendimento é bem gentil, com destaque para o Antônio e o Jorge que são bem simpáticos e atenciosos.
De tanto falar neste restaurante o casal Vanessa & Hilton (http://br.kekanto.com/user/vanfern) e o Bruno (http://br.kekanto.com/user/brunoyoshimura) ficaram com vontade de conhecer e marcamos um almoço neste último fim de semana.
Acabei pedindo nossos pratos preferidos para eles experimentarem. De entrada a Guioza dupla no vapor e Guioza grelhada recheada com frutos do mar. A guioza dupla com uma apresentação bem interessante chegou fumegante à mesa. O recheio preparado com carne de porco estava muito bom. Nem foi preciso usar molho para acompanhá-la. Por estar bem quente foi necessário cuidado para que a massa não se desmanchasse na hora de pegar as guiozas.
Com uma apresentação diferente, as guiozas grelhadas e recheadas com frutos do mar chegaram à mesa unidas por um "véu" de massa bem fininha. Extremamente saborosa foi aprovada por todos.
Como pratos principais pedimos o Macarrão apimentado com frutos do mar (camarão, lula seca, marisco, carne suína desfiada) e o Yakissoba. O macarrão apimentado é bem saboroso mas não chega a ser apimentato como parece pela cor do caldo (bem vermelho).
Nosso outro prato, o yakissoba, apesar de ser um prato comum, acabou sendo banalizado pois muitas casas não dão importância ao preparo dele. No Rong He ele é muito saboroso, desde o macarrão (bem melhor que os industrializados), passando pelo molho e pelos ingredientes no ponto e em boa quantidade. Alguns restaurantes chineses da Liberdade costumam colocar apenas acelga e pimentão mas aqui a diversidade é muito boa.
Para finalizar, recomendamos de sobremesa o sagu de leite de coco. Geralmente é acompanhado com bolinhas de melancia. Em outra ocasião experimentamos com a melancia mas achamos indigesto a mistura desta fruta com o leite de coco... então pedimos sempre para retirar a melancia do sagu.
Em outras visitas já pedimos também o Pastel recheado com nirá e camarão, Pizza de nirá com camarão e gengibre e Pizza recheada com carne bovina. O Pastel de nirá com camarão tinha mais nirá do que camarão, mesmo assim é bem gostoso. A massa é fininha e sequinha.
A Pizza de nirá com camarão e gengibre é bem parecida com o Pastel de nirá. Massa levinha e gostosa. Já a Pizza de carne bovina é diferente dos demais pois a massa é assada, semelhante a uma massa de pão. Uma ótima opção para quem não quer algo frito.
Saímos muito satisfeitos tanto pela comida quanto pelo atendimento, que foi muito simpático em todas as visitas que já fizemos até hoje. Vale a pena encarar a fila de espera.
Mais detalhes em: http://tabeteimasu.blogspot.com/2010/11/rong-he.html
Este restaurante chinês da liberdade tem um dos melhores custo benefício e é ideal para quem gosta de macarrão. O local é famoso pela demonstração ao vivo de macarrão feito a mão. Cada vez que o chefe dobra a massa e enrola, a quantidade de fios dobra. Ele dobra umas 7 vezes, criando 128 fios perfeitamente iguais.
Pedimos uma mesa no local por volta das 12h30 e esperamos por cerca de uma hora. A fila já estava bem grande, recomendo que cheguem antes das 12h00. Saímos cerca de 15h e ainda tinha fila de espera.
Os garçons foram bem atenciosos e simpáticos. Pedimos um guioza de dupla ao vapor feito com carne de porco, um dos melhores que já comi na vida. O guioza de frutos do mar estava muito bom também, mas o sabor do camarão fica um pouco timido.
Como prato principal pedimos um ensopado de frutos do mar e Yakissoba (R$ 24,00), ambos com macarrão e tempero muito bom. O ensopado é avermelhado, mas a pimenta é bem suave. Já o Yakissoba é bom pela simplicidade e tempero.
Para finalizar, pedimos um sagu de leite de coco delicioso (R$ 6,00). O total da conta deu R$ 25,00 por pessoa incluindo bebidas e serviço.
Estacionamento – Não Possui. A casa possui alguns convênios ao lado
A CASA – Local simples possui um salão amplo com mesas estilo umas coladas nas outras.
ATENDIMENTOS- Local sempre muito cheio (domingo) espera de normalmente aos fins de semana de uma hora para espera.
BEBIDAS-Refrigerantes em geral, cervejas normais e uma cerveja coreana
COMIDA Comemos por sugestão de leitura dos kekanteiros anteriores como entrada guioza grelhada de carne e frutos do mar, estavam divinos massa muito leve e sabor delicioso, experimentamos também uma porção de rolinho primavera que estavam bem sequinhos e bem gostosos.Como prato principal pedimos um yakissoba de frutos do mar que estava uma delicia, também pedimos um franguinho frito que vem empanado desossado muito bom, bem sequinho com molho agridoce acompanhado de arroz chop suey.
OPINIÃO- Ótimo almoço apesar da espera deve-se procurar outros dias da semana para ir.Preciso voltar outro dia para experimentar o restante do cardápio.
RELAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO – Muito bom gastamos uma faixa de R$ 35,00 reais por pessoa.
Sabe criancinha que fica na frente do pizzaolo vendo a arte de fazer pizza? Pois é, aqui no Rong He é a arte de fazer fios de lamen de um jeito bem exótico! Vejam as fotos que o Wiliam Matsubara fez que dá pra ilustrar bem o que eu falo.
O lugar é na Rua da Glória, relativamente perto da estação Liberdade, mas é uma caminhadinha. Tem estacionamento próximo pra quem tiver medo de andar na Liberdade de noite (região beeem vazia, né?)
O ambiente é bastante simples, mesas simples, banheiro simples, tudo simples, típico do bairro. O atendimento é cortes, o garçom que nos atendeu foi bastante solícito e até nos ajudou a decifrar qual era o prato da mesa ao lado com bastante discrição. Apesar de ele estar sempre sorrindo, senti que ele ficou incomodado com a minha alergia a frutos do mar "poxa, mas você não pode comer nada, é??"
Pedimos um rolinho primavera + pastel chinês vegetariano assado. O rolinho estava OK, mas o molho agridoce estava FORA DOS PADRÕES DE QUALIDADE MÁXIMA - ultrapassou todo e qualquer molho agridoce que eu provei na vida, sinceramente estava FODÁSTICO! O pastel estava também muito delicioso.
Pedimos o lamen vegetariano com Wan Tun (bolinho no bafo) vegetariano. Bem gostoso, mas MUITO. O cara disse que servia 2 a 3, comemos e achamos que servia 4 a 5 hahahaha. A escolha do prato não foi o que eu queria provar porque minha companhia não gosta muito de carnes e eu não posso comer frutos do mar.
Tomei a Tsingtao, cerveja chinesa que eles vendem (6r$), que leva arroz ao invés de cevada. Não gostei tanto, pedi uma bohemia (6r$) depois hahaha
No caixa, tinha um adesivo com os dizeres "DESCULPE, MAS NÃO FALO MUITO BEM O PORTUGUÊS", dei risada, tirei foto e a moçinha começou a rir "SOU EU HIHIHI", achei muito simpático da parte dela =D
Pela primeira vez estivemos no bairro da Liberdade à noite, e foi estranho ver todas as lojinhas e os mercados fechados, além das ruas com pouca gente.
O destino do nosso jantar já estava decido: o Restaurante Massa Chinesa Rong He.
O cardápio é extenso e variado, mas não demoramos muito para fazer nossos pedidos, pois também já tínhamos idéia do que gostaríamos de experimentar.
Normalmente o Fernando não deixa pra trás uma porção de guiozas. Eu, há tempos prometia provar o pão cozido no vapor e recheado de carne. Só faltava ir a um restaurante chinês tradicional para cumprir a promessa.
Já os nossos amigos só pensavam no Yakissoba.
Os pães cozidos ao vapor com recheio de carne bovina foram os primeiros a chegar (R$ 14).
A massa é muito macia e, sem dúvida, é uma opção indicada para fugir das entradas triviais.
Na sequência, a excelente e generosa porção de guioza recheada de carne suína (R$ 16) não demorou para sumir da mesa.
E por falar em porção generosa, achamos que não daríamos conta de comer todo o Yakissoba (R$ 22), que, curiosamente veio junto com uma tesoura para ajudar a cortar os fios compridos do macarrão.
Estava muito bom, cozido na medida certa e com molho bem temperado. A quantidade de carne e frango também era muito boa. E o frescor dos legumes ressaltou o sabor do prato.
As sobremesas mais comuns dos restaurantes chineses são as frutas caramelizadas, mas, dessa vez, o sagu com leite de coco (R$ 4) nos pareceu interessante.
Conforme começamos a comer, percebemos que pedaços de melancia também faziam parte do doce, apesar de o cardápo não informar. Foi uma combinação interessante, mas é muito provável que não agrade a todos.
Mesmo depois de satisfeitos, ficamos curiosos para ver como seria o pão cozido no vapor recheado de doce de feijão (R$ 14).
A massa estava tão macia quanto a do pãozinho de carne. O recheio de doce de feijão, na minha opinião, estava bom, mas nem todos gostaram. Sorte minha poder levar pra casa o que sobrou!
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Antes de entrar no salão simples do Rong He já levava comigo a recomendação de três diferentes amigos, os quais o gosto eu confio, e uma enorme curiosidade e expectativa. O restaurante chinês acumula bastante fama e filas na porta nos finais de semana. A decisão por ir num dia comum, portanto, foi muito acertada.
A fama do Rong He passa antes de tudo pela massa, que é preparada na hora, bem aos olhos dos clientes. Estes, encantados, põem-se em frente à grande vitrine defronte a cozinha, donde é possível observar a equipe de chineses da casa com a mão no serviço. Produzindo ali mesmo os bolinhos, o macarrão e outros tipos de iguarias a base da massa fresquinha. Eu fiz parte do grupo de turistas ali, a clicar a máquina sem parar, não tão rápido quanto à mocinha fazia pirotecnias ‘macarronescas’. Muito legal! Comida é entretenimento!
A massa é boa. Muito boa! Dá para sentir mesmo o seu frescor. Outro nível. Eu nunca estive na China e não cheguei a provar noodles na chinatown londrina, mas garanto que por aqui, nas terras tupiniquins, não experimentei massa oriental igual. Porém, como sempre digo, ainda tenho de rodar muito São Paulo. Dia sim, e outro também, algum conhecido recomenda um restaurante chinês. Ou seja, tem muita pauta por vir.
O lugar é muito singelo, sem nenhuma pretensão decorativa. As paredes são coloridas e alguns detalhes, como leques que se compra na Rua 25 de Março, dão o toque chinês ao ambiente. Tudo, no entanto, é limpo. Os garçons vêm rapidamente atender, já com o cardápio na mão. Sinal de que estão acostumados ao grande volume de pessoas que enchem as mesas nos finas de semana. Já passei lá duas vezes e aprovei um ensopado de carne, bem como os pastéis de nirá – deliciosos!
