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O lugar é pra lá de descolado e bacana... fica ali na Rêgo Freitas, reduto bem conhecido principalmente pelo fervo LGBT. Tem cinema para exibição de filmes, uma espaço enorme com um layout incrível: paredes de tijolo aparente e chão de taco antigo... acho que eles chamam de arena... no dia em que fui lá estava rolando uma exposição de fotos de árvores... Porém eu achei mais legal a galeria, onde tem o bar e rolam umas apresentações de DJs.
O meu marido conhece um povo que trampa lá, então vira e mexe tem evento e somos convidados... já faz um tempinho que fui, foi na época que estava rolando o evento Setembro Verde, e adorei porque tinham cães junto de seus donos curtindo o agito!
Todos os domingos eles promovem uma feira de adoção de cães e gatos em parceria com a ONG Natureza em Forma, só que ao invés dos animais ficarem presos naqueles cubículos diminutos, eles ficam livres para circular entre a galera... show de bola... só não adoto mais animais porque já tenho dois gatos que peguei da rua, e meu apartamento não comporta um cachorro. Vale a pena conferir a programação pelo Facebook ou até mesmo pelo site... trabalho super bacana!
Foi a minha melhor descoberta cultural de 2012.
Fui numa quinta-feira, quando rola um jazz fenomenal, não tinha como eu não me apaixonar.
A Matilha Cultural fica bem próximo à Praça Roosevelt, na Rêgo Freitas, também próximo à Praça da República, Minhocão e Escola da Cidade (faculdade meio alternativa de arquitetura). A Matilha é um daqueles projetos que ajudam (e muito) na reocupação do centro.
Lá é um mix de espaço de exposição de arte e fotografia, com bar, com biblioteca, com casa de show,...é uma mistura fenomenal. O ambiente é pequeno, não é mais do que um corredor com alguns pufês, exposições na parede, um espaço pra banda tocar, ao lado de um bar, ao fundo tem umas mesas com livros e wi-fi aberta, mais uma área descoberta para fumantes e tal. Sei que há uma sala de cinema por lá, só não descobri onde!
Todas as quintas-feiras há jazz com uma ótima banda, que no final da noite se junta a uns rappers pra um improviso simplesmente sensacional. É um prato cheio pra quem gosta de música de qualidade. É um alternativo bem cool!
Vale muito a pena visitar um happy hour. A experiência é fenomenal. O som que rola é de primeira, e, por ser um lugar pequeno, todo mundo fica bem próximo um do outro, o que dá um clima intimista bem bacana. O ambiente é tão descontraído que sentar no chão durante a apresentação é algo bem ok!
Pelo que me disseram, nas sextas-feiras o som que toca é black music. A Matilha também tem alguns cursos, encontros e debates que acontecem frequentemente.
Sério, não tem como não achar esse lugar comum. É algo totalmente excepcional, uma experiência alternativa imperdível pra quem curte cultura urbana.
Sempre que passava pela Rua Rego Freitas achava o lugar interessante e totalmente diferente do que se encontra na região...
Daí na última Terça(19/07/2011) fui com duas amigas conhecer o lugar por conta de uma delas ser "CACHORREIRA" como eu e ter recebido um e-mail com o texto "Julho é mês especial práCachorro na Matilha Cultural Projeto “práCachorro” celebra cães com programação cultural diversificada com cinema, arte visual, instalações e campanhas de adoção. HUMANOS TAMBÉM SÃO BEM-VINDOS!
Fomos para um Happy Hour.
Música Boa; cachorros para vc conhecer e quem sabe adotar... estou conhecendo o lugar...sim pretendo voltar.
Cães e Gatos podem ser adotados Todos os Domingos
A Matilha Cultural foi uma excelente descoberta durante uma de minhas idas a SP. Fiquei muito curiosa de ir ao lugar para ver a exposição em questão "X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual: Ilustrações das cidades de São Paulo e Buenos Aires que se transformam em HQ". Espero poder retornar na próxima ida a SP.
Cheguei cedo demais, ainda ia abrir aproveitei para almoçar num restaurante do outro lado da rua super barato que custou em torno de R$10 e sobrou comida. Não há custo para entrar no espaço que possui uns 3 andares e algumas peças de decoração que levam a reflexão, com adesivos de sinalização, mensagens nas paredes da área externa, material reciclado. Bacana demais.
Além disso, o espaço conta com um bar e parece que aluga para festas. Não estava muito cheio e no dia teria uma batalha de DJs. O clima parece ser para a galera que gosta de hip hop e rap, mas o espaço acolhe a diversas tribos.
Fui muitíssimo bem atendida desde o segurança até o rapaz que trabalhava no bar que infelizmente não perguntei o nome e deixou eu carregar meu celular.
O café é baratilho R$2,50 e rendeu boas conversas.
O ponto negativo é que demorei um pouco a achar a rua e elas são meio desertas (seguindo o mapa das ruas por dentro), dá uma certa tensão se vc estiver sozinho pela região.
Aqui é onde rola a cena independente de cultura e questões socio-ambientais. Vale a pena a visita, tem até um cineminha aqui!
Quer ver e conhecer gente bacana e estilosa que curte grafite, arte urbana e cultura vá para o happy hour da matilha. Terça, quinta e sexta, o melhor horário é lá pelas 20h ( exceto terça, que começa 21h).
É legal para fazer um esquenta antes de alguma balada pelo centro, meu conselho é o seguinte: vá de taxi, pois a cerveja é barata na própria Matilha ou nos botecos ao redor.
