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Notas específicas:
Custo-benefício
(8)
Ambiente
(3)
Atendimento
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Opiniões
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Gente, eu amo essa rua, principalmente na epoca de natal, que fica toda decorada e super nostalgica para mim. Ela é ormada pelo famoso Petit Pavê Curitibano, a Rua XV de Novembro, também conhecida como Rua das Flores, pelo menos no seu trecho inicial, fica localizada bem no centro de Curitiba, e segundos relatos, foi a primeira grande via pública “exclusiva” para pedestres, pelo menos um grande trecho dela.
Andando pela rua você encontra vários artistas de rua, com músicos, caricaturistas e até aqueles homens-estátuas. Lá também existe vários bares, alem do chafariz e os famosos canteiros de flores, o que a deixa mais bonita perfumada e da um charme especial para a rua, alem de batiza-lá como “Rua das Flores”.
No trecho exclusivo para pedestres encontramos a Boca Maldita, Avenida Luiz Xavier, também conhecida como a menor avenida do mundo, alem dos diversos prédios históricos e estabelecimentos como o Edifício Garcez, o belíssimo Palácio Avenida, famosos pelo seu coral de Crianças no Natal, a deliciosa Confeitaria das Famílias e várias amostras da arquitetura Curitibana.
Andando pela rua você encontra vários artistas de rua, com músicos, caricaturistas e até aqueles homens-estátuas. Lá também existe vários bares, alem do chafariz e os famosos canteiros de flores, o que a deixa mais bonita perfumada e da um charme especial para a rua, alem de batiza-lá como “Rua das Flores”.
No trecho exclusivo para pedestres encontramos a Boca Maldita, Avenida Luiz Xavier, também conhecida como a menor avenida do mundo, alem dos diversos prédios históricos e estabelecimentos como o Edifício Garcez, o belíssimo Palácio Avenida, famosos pelo seu coral de Crianças no Natal, a deliciosa Confeitaria das Famílias e várias amostras da arquitetura Curitibana.
Alguem mais esperto e viajado que eu ja disse certa vez algo sobre as voltas que precisamos dar pelo mundo para valorizarmos a nossa casa ou o lugar em que vivemos...
Por educacao, nao direi onde estou agora, enquanto escrevo esta resenha, basta saber que estou no Estado de Sao Paulo e que hoje visitei um calcadao no centro da cidade, com muito comercio, movimento, autofalantes, promocoes, pobreza, bebados, doencas, sujeira... Tudo aquilo que tambem encontramos no calcadao da XV em Curitiba, mas de um jeito mais deprimente, pela falta do charme e da beleza da Rua das Flores de nossa Capial. Quem a conhece sabe do que estou falando e se nao sabe deveria dar um pulinho em... Deixa pra la!
Por educacao, nao direi onde estou agora, enquanto escrevo esta resenha, basta saber que estou no Estado de Sao Paulo e que hoje visitei um calcadao no centro da cidade, com muito comercio, movimento, autofalantes, promocoes, pobreza, bebados, doencas, sujeira... Tudo aquilo que tambem encontramos no calcadao da XV em Curitiba, mas de um jeito mais deprimente, pela falta do charme e da beleza da Rua das Flores de nossa Capial. Quem a conhece sabe do que estou falando e se nao sabe deveria dar um pulinho em... Deixa pra la!
Não tem como falar da Rua XV sem relembrar a minha infância!!! Sou curitibana com orgulho e essa rua significa muito para mim!!!
Fica aqui um texto que resume muito a história dessa rua.
Autoria - Constantino Kotzias
CURITIBA
Caminhamos pela calçada que já aguentou meu peso tantas vezes em tantos anos. Lentamente, vejo gente pra lá e pra cá, na euforia de correr pra trabalhar, correr pra viver, correr, enfim.
Olho para os lados, como se fosse em câmera lenta e nada reconheço. Assusto-me. Afinal, passei por ali “a minha vida inteira”.
As coisas mudaram.
Começo a perceber que tudo o que existia, se foi.
A casa da Manteiga não mais existe, assim como a Roskamp.
Os avisos de falecimento do café da alvorada ainda estão lá, mas aqueles que liam, já apareceram nos avisos.
A loja do Dr. Scholl continua, mas com a fachada diferente.
Ainda na mesma quadra, vejo que a lanchonete Cegonha sumiu e deu lugar a outro estabelecimento comercial. A joalheria do Boiko não existe mais.
Na esquina e na quadra, centenas de coreanos dominam as lanchonetes, antes de japoneses. Atravesso a rua, o passeio continua. Olho calmamente para o lado esquerdo e vejo que a confeitaria cometa faz muita falta. Ouço os sons daquela casa cheia, mesas de mármore branco e a cerveja gelada, em meio a empadinhas e sanduíches de pernil com verde.
Do outro lado, a livraria Gighnone ostentava uma bela placa e uma área imensa.
E a joalheria Kopp fechou.
E o Magazin Avenida, fechou.
E a Confeitaria das Famílias continua lá, no mesmo lugar, com o numero de lojas populares na Rua XV, aquela que era refinada e dava gosto de caminhar lentamente.
A Massom, a Slopper, a Tecelagem Imperial (de ontem), o M.Rosenmann Joalheiros, a pizza do Savoia, a loja de tecidos do pai do Caio, enfim cadê tudo isso?
Fechou, mudou, evoluiu, cresceu.
Só aí reparo que já estou com 50 anos. Mas mesmo assim, procuro algo para reavivar a memória e poder abrir um sorriso. Nada!
Não existe mais o q vi crescer e o que me fez crescer.
Até as janelas do Camões estão diferentes.
A Lancaster ainda está lá, assim como o Triângulo.
O árabe do primeiro andar fechou.
A foto Brasil se foi.
A Minerva voltou.
A confeitaria Colombo fechou.
Tudo muda.
Inclusive eu.
O Cine Ópera deu lugar à Mesbla, que deu lugar à Pernambucanas.
O Cine Avenida fechou, saiu o teatro HSBC, que substituiu o Bamerindus, na esquina toda.
A pérgola da Oliveira Belo sumiu.
A mulher que vendia loterias gritando para todos, continua lá.
E vai dar cobra.
O prédio Garcez, após tantas coisas, continua lá, escondendo em suas escadas e janelas, anos de histórias.
O melhor alfaiate de Curitiba, o Fernandes.
A loja do Lucilo.
O Inter com suas saídas de mulheres bonitas.
O Cine Palácio fechou.
A confeitaria Iguaçu está lá, mas não deu coragem de subir.
A Stier, que vendia som, se foi.
A Menilmontant, esta lá.
Volto para casa, lentamente.
E vou olhando, observando.
É outra cidade.
Até os rostos são outros.
Talvez um conhecido e outro, mas muita gente nova.
Gente que veio com a propaganda da capital do primeiro mundo.
Estamos indo.
Gente que veio em busca de paz. E encontrou.
Gente que veio atrás de cidade sorriso.
E achou.
Só o meu vai se perdendo pela caminhada.
É uma cidade virada, mas carinhosa, gostosa, charmosa.
Como não gostar da sua cidade?
Esta é Curitiba.
A nossa Curitiba. Querida e acolhedora.
Deixe pra lá a capital social, a cidade da gente, a capital ecológica.
Curitiba é nossa. Minha, sua, de quem aqui nasceu e se criou e de quem viu tudo mudar.
Quem chegou aqui faz tempo, quem não perdeu tempo e acompanhou tudo o que aconteceu.
Quando o calçadão chegou, tudo mudou.
Quando a cidade cresceu, o ladrão apareceu e as casas, antes sem grades, hoje são fortalezas que escondem a alegria dos curitibanos.
Esta é Curitiba.
Que hoje esta de aniversário. Mais um ano. Mais esperanças.
Ao menos, eu e tantos outros ainda moramos e vivemos aqui.
Ta ruim?
Tem pior.
Fiquemos aqui.
Felicidades, Curitiba.
29 de Março 2012.
Fica aqui um texto que resume muito a história dessa rua.
Autoria - Constantino Kotzias
CURITIBA
Caminhamos pela calçada que já aguentou meu peso tantas vezes em tantos anos. Lentamente, vejo gente pra lá e pra cá, na euforia de correr pra trabalhar, correr pra viver, correr, enfim.
Olho para os lados, como se fosse em câmera lenta e nada reconheço. Assusto-me. Afinal, passei por ali “a minha vida inteira”.
As coisas mudaram.
Começo a perceber que tudo o que existia, se foi.
A casa da Manteiga não mais existe, assim como a Roskamp.
Os avisos de falecimento do café da alvorada ainda estão lá, mas aqueles que liam, já apareceram nos avisos.
A loja do Dr. Scholl continua, mas com a fachada diferente.
Ainda na mesma quadra, vejo que a lanchonete Cegonha sumiu e deu lugar a outro estabelecimento comercial. A joalheria do Boiko não existe mais.
Na esquina e na quadra, centenas de coreanos dominam as lanchonetes, antes de japoneses. Atravesso a rua, o passeio continua. Olho calmamente para o lado esquerdo e vejo que a confeitaria cometa faz muita falta. Ouço os sons daquela casa cheia, mesas de mármore branco e a cerveja gelada, em meio a empadinhas e sanduíches de pernil com verde.
Do outro lado, a livraria Gighnone ostentava uma bela placa e uma área imensa.
E a joalheria Kopp fechou.
E o Magazin Avenida, fechou.
E a Confeitaria das Famílias continua lá, no mesmo lugar, com o numero de lojas populares na Rua XV, aquela que era refinada e dava gosto de caminhar lentamente.
A Massom, a Slopper, a Tecelagem Imperial (de ontem), o M.Rosenmann Joalheiros, a pizza do Savoia, a loja de tecidos do pai do Caio, enfim cadê tudo isso?
Fechou, mudou, evoluiu, cresceu.
Só aí reparo que já estou com 50 anos. Mas mesmo assim, procuro algo para reavivar a memória e poder abrir um sorriso. Nada!
Não existe mais o q vi crescer e o que me fez crescer.
Até as janelas do Camões estão diferentes.
A Lancaster ainda está lá, assim como o Triângulo.
O árabe do primeiro andar fechou.
A foto Brasil se foi.
A Minerva voltou.
A confeitaria Colombo fechou.
Tudo muda.
Inclusive eu.
O Cine Ópera deu lugar à Mesbla, que deu lugar à Pernambucanas.
O Cine Avenida fechou, saiu o teatro HSBC, que substituiu o Bamerindus, na esquina toda.
A pérgola da Oliveira Belo sumiu.
A mulher que vendia loterias gritando para todos, continua lá.
E vai dar cobra.
O prédio Garcez, após tantas coisas, continua lá, escondendo em suas escadas e janelas, anos de histórias.
O melhor alfaiate de Curitiba, o Fernandes.
A loja do Lucilo.
O Inter com suas saídas de mulheres bonitas.
O Cine Palácio fechou.
A confeitaria Iguaçu está lá, mas não deu coragem de subir.
A Stier, que vendia som, se foi.
A Menilmontant, esta lá.
Volto para casa, lentamente.
E vou olhando, observando.
É outra cidade.
Até os rostos são outros.
Talvez um conhecido e outro, mas muita gente nova.
Gente que veio com a propaganda da capital do primeiro mundo.
Estamos indo.
Gente que veio em busca de paz. E encontrou.
Gente que veio atrás de cidade sorriso.
E achou.
Só o meu vai se perdendo pela caminhada.
É uma cidade virada, mas carinhosa, gostosa, charmosa.
Como não gostar da sua cidade?
Esta é Curitiba.
A nossa Curitiba. Querida e acolhedora.
Deixe pra lá a capital social, a cidade da gente, a capital ecológica.
Curitiba é nossa. Minha, sua, de quem aqui nasceu e se criou e de quem viu tudo mudar.
Quem chegou aqui faz tempo, quem não perdeu tempo e acompanhou tudo o que aconteceu.
Quando o calçadão chegou, tudo mudou.
Quando a cidade cresceu, o ladrão apareceu e as casas, antes sem grades, hoje são fortalezas que escondem a alegria dos curitibanos.
Esta é Curitiba.
Que hoje esta de aniversário. Mais um ano. Mais esperanças.
Ao menos, eu e tantos outros ainda moramos e vivemos aqui.
Ta ruim?
Tem pior.
Fiquemos aqui.
Felicidades, Curitiba.
29 de Março 2012.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Se fosse para contar os passos percorridos na XV, daria pra dar uma volta inteira ao redor da Terra. Desde criança fui socializada com o calçadão, e dificilmente o tiro da rota de compras, serviços e passeio no centro da cidade.
Atualmente, está mais seguro, e a competitividade de lojas nem sempre torna o produto procurado mais barato, mas certamente a variedade de opções permite escolher o que levar sem peso na consciência.
Só não indico em vésperas de Natal, dia das mães e começo do Mês. parece que os quase 2 milhões de habiltantes estão no mesmo lugar, disputando espaço com sacolas, crianças, cachorros...
Atualmente, está mais seguro, e a competitividade de lojas nem sempre torna o produto procurado mais barato, mas certamente a variedade de opções permite escolher o que levar sem peso na consciência.
Só não indico em vésperas de Natal, dia das mães e começo do Mês. parece que os quase 2 milhões de habiltantes estão no mesmo lugar, disputando espaço com sacolas, crianças, cachorros...
Custo-benefício
É parada obrigatória para quem vem conhecer Curitiba. Uma das ruas mais charmosas, a XV dá show nas noites próximas ao Natal por causa da decoração, da apresentação do coral e do seu clima nostálgico. Lindo!
Tem um calçadão bem grande só para pedestres, ótimo para dar uma volta a pé, olhar umas lojinhas, tirar foto no bondinho e tomar um café na calçada. Claro, isso tudo é mais legal em dias sem movimento, no meio da semana às quatro da tarde, o quadro muda de figura. Ao mesmo tempo que tem aquele clima romantizado de Curitiba, tem também pessoas mal humoradas caminhando com pressa e esbarrando na gente. Tudo bem, é só ignorar e continuar o passeio.
Acho uma área bem segura da cidade, nunca vi nada ruim acontecer por ali. Tem também muitos artistas de rua que escolhem se apresentar lá e muitas vezes dão show de criatividade.
Tem um calçadão bem grande só para pedestres, ótimo para dar uma volta a pé, olhar umas lojinhas, tirar foto no bondinho e tomar um café na calçada. Claro, isso tudo é mais legal em dias sem movimento, no meio da semana às quatro da tarde, o quadro muda de figura. Ao mesmo tempo que tem aquele clima romantizado de Curitiba, tem também pessoas mal humoradas caminhando com pressa e esbarrando na gente. Tudo bem, é só ignorar e continuar o passeio.
Acho uma área bem segura da cidade, nunca vi nada ruim acontecer por ali. Tem também muitos artistas de rua que escolhem se apresentar lá e muitas vezes dão show de criatividade.
Dica: visitar na época de Natal.
Ambiente
Custo-benefício
A Rua XV de Novembro me trás boas recordações da minha adolescência, quando todas as manhãs tomava meu cafezinho nos vários quiosques ao longo do calçadão.
Em quase todas as cidades existe uma rua Xv de Novembro, mas nenhuma delas tem o charme da nossa e beleza da nossa curitibana.
E pra quem não sabe a Rua Xv de Novembro mais antiga do Brasil está localizada na cidade de Rio Negro - Pr, batigada a 19 anos antes da proclamação da república.
Em quase todas as cidades existe uma rua Xv de Novembro, mas nenhuma delas tem o charme da nossa e beleza da nossa curitibana.
E pra quem não sabe a Rua Xv de Novembro mais antiga do Brasil está localizada na cidade de Rio Negro - Pr, batigada a 19 anos antes da proclamação da república.
Bom para: Ir com amigos, Casais
Gostei
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22/08/2012
•
Markus Kudo:
Erro de caligrafia: não é "batigada" e sim "batizada", rs...Rio Negro é uma cidade muito bonita, vale a pena conhecer...
Rua das Flores, intocável rua das Flores.
Quem não te conheçe, padece.
Aperfeiçoada, abençoada.
Dias, noites, madrugadas.
Morada.
Refúgio, lazer, prazer.
E porquê não?
Viver.
Quem não te conheçe, padece.
Aperfeiçoada, abençoada.
Dias, noites, madrugadas.
Morada.
Refúgio, lazer, prazer.
E porquê não?
Viver.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Amo minha cidade!!! Essa Nossa rua XV é maravilhosa, longa, com flores, chafarizes, bancos, bares. E tem algo exclusivo: a boca maldita! Local onde ficam, na maioria senhores, discutindo politica e outros assuntos polêmicos. Em toda sua extensão vc encontra comércio de tudo q é qualidade hehe
Gostei
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•
22/06/2012
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Fabio G. gostou
Patty R.:
Elá é linda mesmo, um ponto turistico que todos deveriam conhecer e frequentar, inclusive os Curitibanos né!
Cassiana Virgínia Bereza:
Com cerveja, opa, com certeza!! heheheh bjs
lindo muito lindo lugar! perfeito pra passear a dois e ir as compras tem varias lojas e algumas sorveterias, lanchonetes, torterias, e etc...
Bom para: Ir com amigos, Casais
É uma parada obrigatória onde se encontra grande lojas, bares e restaurantes a noite a rua é ainda mais linda principalmente em datas comemorativas.
Ambiente
Custo-benefício
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